sexta-feira, 17 de agosto de 2007

Missiologia Pentecostal

A Igreja tem várias tarefas, entre elas a evangelização e as missões. Mas o que é missões? Segundo o missiólogo presbiteriano Ronaldo Lidório, missões “é um movimento salvífico e kerygmático que parte do coração e da volição de Deus, revelado nas Escrituras, onde o Evangelho é prometido, no Messias, a todas as pessoas em todas as etnias espalhadas pelo mundo.”1 O teólogo assembleiano Claudionor de Andrade, define missões como a “transmissão consciente e planejada das Boas Novas de Cristo além das fronteiras nacionais e culturais.”2
A missão principal da Igreja é adorar a Deus, anunciar o evangelho a toda criatura e fazer discípulos por meio do ensino. A igreja evangélica só é evangélica se anunciar o evangelho.

Um pouco de história

O Brasil é o terceiro país protestante do mundo. Esse status deve-se ao trabalho de incansáveis missionários que atuaram no Brasil, desde dos primeiros calvinistas até ao grande trabalho dos pentecostais. Mas a obra missionária começou a atuar no Brasil, por meio de cristãos calvinistas, que chegaram ao país em 10 de novembro de 1555. Os primeiros pastores-missionários que chegaram ao Brasil formam os pastores franceses Pierre Richer e Guillaume Chartir e um seminarista chamado Jean de Lery, mandados pelo próprio João Calvino. O grupo de pastores chegaram no dia 10 de março de 1957, sendo assim, quase dois anos depois do primeiro grupo, que estavam sendo comandados pelos almirantes franceses Coligny e Villegaignon. O primeiro culto da América, realizado na chegada dos missionáriso, teve como leitura o Salmo 27.4 e a primeira Ceia do Senhor, celebrada na América, foi no domingo de 21 de março de 1557, pelo pastor Pierre Richer.
Esse primeiro grupo de missionários evangelizaram vários índios Tamoios, não por meio de um catecismo jesuíta, mas pela proclamação das boas novas. Chegaram a traduzir o Salmo 103 para a língua indígena, sendo a primeira tradução genuinamente brasileira. Devido as divergências com o almirante Villegaignon, ele traiu todos os pastores franceses instalados na colônia. Portugal, com ajuda de Villegaignon, expulsou os invasores franceses e matou vários protestantes que já estavam no Brasil, entre eles, o pastor Pierre, que foi estrangulado e lançado ao mar, na Baia de Guanabara. O sangue dos mártires foi derramado no Brasil (Terra de Vera Cruz), o primeiro país da América a receber missionários protestantes.
No século 19, os missionários europeus e norte-americanos começaram a desembarcar no Brasil católico e que considerava os protestantes de hereges. Dentro do Império Deus coloca como destaque, o casal inglês Robert e Sarah Kalley. Nesse tempo surge o primeiro missionário presbiteriano Ashbell Grenn Simonthon; os primeiros batistas como Thomas Jefferson Bowen, Richard Ratcliff e William Burk Bagby; os metodistas Justus E. Newman e John Ransom e outros protestantes de igrejas históricas e reformadas que chegaram no Sul e Sudeste do país.
Em 1906, explode na Califórnia um grande avivamento, o pentecostalismo da rua Azuza. O Movimento Pentecostal, logo enviou missionários por todo o mundo, sendo um despertamento missiológico muito forte. Dois jovens suecos chegam ao Brasil, influenciados pelo avivamento em Los Angeles, eram eles Daniel Berg e Gunnar Vingren. Esses jovens batistas desembarcaram em Belém do Pará, no norte do Brasil, fundando nessa cidade a Missão da Fé Apostólica, que depois passou a se chamar de Assembléia de Deus. Os pentecostais chegaram, também, por meio de um italiano chamado Luís Francescon, que fundou a Congregação Cristã do Brasil.

O pentecostalismo brasileiro e as missiologia autóctone

A Assembléia de Deus no Brasil, recebeu poucos missionários estrangeiros, comparado ao contingente que as igrejas históricas mandaram de seus países. O pentecostalismo clássico desenvolveu uma missiologia autóctone3, ou seja, os pentecostais desenvolveram uma evangelização dentro da cultura brasileira. A Assembléia de Deus produziu em poucos anos os obreiros nacionais, os missionários suecos ensinaram os crentes brasileiros a se envolver na evangelização e logo surgiu os primeiros pastores e missionários.
Segundo o erudito metodista, especialista em missiologia, o pr. Luís Wesley de Sousa, as igreja que menos enviaram missionários estrangeiros (pentecostais), foram as que mais cresceram, isso por causa da evangelização com cristãos nacionais:

Intriga-me observar, por exemplo, a desproporção entre o pentecostalismo e o protestantismo de tradição no que tange à presença numérica de missionários estrangeiros em seus quadros ao logo destes 94 anos de existência no Brasil. As igrejas históricas receberam muitos missionários, enquanto o pentecostalismo clássico teve um número ínfimo de missionários , proporcionalmente falando e se comparado com o tamanho do protestantismo de tradição. O fato inédito está em que os grupos que menos cresceram foram justamente os que receberam mais missionários. Em contrapartida, os que menos receberam missionários os que mais cresceram”.4

O batismo no Espírito Santo e a obra missionária

O fator do crescimento pentecostal no Brasil, foi a ênfase no revestimento de poder para comissionamento missionário. Essa enfase é bíblica: “ Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra”(At 1.8). O bastimo com o Espírito Santo, tem como propósito principal, revestir o crente de poder, para testemunhar de Cristo. A ênfase desse testemunho é Cristo, uma mensagem cristocêntrica. Aquele que foi um mestre em teologia, Donald Stamps, escreveu: “O batismo no Espírito Santo outorgará ao crente ousadia e poder celestial para realizar grandes obras em nome de Cristo e ter eficácia no seu testemunho e pregação”5.
Infelizmente, hoje há grandes congressos pentecostais, pregadores de renome, vídeos e dvd´s, incentivando uma vida de poder, mas sem destacar o papel do serviço cristão. Querem poder para vencer materialmente ou ter poder político, um destaque triunfalista e antibíblico do Batismo no Espírito Santo. George Wood, erudito pentecostal, escreveu: “O batismo no Espírito Santo, como se entendeu em Azuza, não era somente para benefício pessoal; seu propósito central era conceber poder. Esta é uma distinção vital, porque alguns tem buscado o Espírito por uma experiência mística, e não por um novo arrojo e competência para ser testemunha de Cristo”.6 Fugir do propósito principal do Batismo no Espírito Santo é perigoso e têm levado muitos a um espiritualidade rasa e herética. Vale transcrever a observação do professor John V. York, da Assembléia de Deus norte-americana:

O batismo no Espírito Santo não deve ser confundido com emocionalismo ou alguma outra reação humana à presença do Espírito Santo. Personalidades humanas são diferentes, e reações aprendidas variam. O que é essencial é a realidade da concessão de poder divino focalizado em testemunho e serviço. Existem aqueles que confundem o pentecostalismo com a exuberância na adoração ou com um comportamento emocional. Ao passo que não seria sábio diminuir o significado das emoções humanas ou da adoração vivaz, esses conceitos não são a essência do pentecostalismo. Seu princípio fundamental é a capacitação sobrenatural de crentes com poder para que possam, em palavras e em obras, adequadamente testemunhar de Cristo às nações do mundo.”7

A missiologia pentecostal valoriza o papel de cada crente na evangelização, pois todos devem buscar o revestimento de poder para testemunharem de Cristo. A evangelização assembleiana foi baseada em leigos e não em clérigos. A doutrina do sacerdócio universal, mostra a importância do Corpo de Cristo (Igreja), como uma comunidade unida que cada um mostra o seu serviço em cooperação. A doutrina pentecostal do Batismo no Espírito Santo e a doutrina evangélica do sacerdócio universal, faz de cada crente pentecostal um missionário. Como lembra Loren Triplett: “O pastor pentecostal que não leva a igreja a obedecer mundialmente à Grande Comissão é, em termos, uma contradição. O pastor pentecostal terá um coração missionário e reconhecerá que recebeu esse coração missionário, quando foi batizado com o Espírito Santo. Ser pentecostal é ser missionário.”8

A ajuda do Espírito Santo na obra missionária

No livro Verdades Pentecostais, o pastor Antonio Gilberto descreve a assistência do Espírito Santo na obra missionária.9 O Espírito Santo escolhe, envia capacita e direciona os evangelizadores. No livro de Atos dos Apóstolos, se observa o Espírito Santo agindo em meio a Igreja. A igreja que dá espaço para a atuação do Espírito Santo será um celeiro do evangelismo, com eficácia e na direção divina. “O evangelismo e a obra missionária são o fruto natural de uma vida e testemunho para Jesus Cristo de uma igreja cheia do Espírito.”10

A necessidade da evangelização

O Brasil é o maior país espírita do mundo; as seitas pseudocristãs crescem a todo o vapor; em torno de dois bilhões de pessoas no mundo, nunca ouviram falar de Jesus Cristo. Esse são apenas alguns dados que mostram a necessidade da evangelização na cultura local e as missões transculturais. Os apóstolos chegaram a evangelizar todo o mundo conhecido da época, apesar das perseguições e falta de recursos. A urgência é enorme, mas enquanto isso as igrejas ocidentais se envolvem em doutrinas materialistas, que buscam o reino da terra, e esquecem de proclamar o reino de Deus.
A prosperidade das igrejas ocidentais só levam os lideres a alimentarem a vaidade própria. O evangelicalismo atual está mais preocupado em construir catedrais, do que escolas de missão; gastam mais dinheiro com shows ,do que com o caixa de missões. Conta-se a história que Tomás de Aquino foi ao encontro de Sumo Pontífice; o Papa, então com uma sacola de dinheiro, disse a Tomás de Aquino: “não precisamos mais dizer que não temos prata e ouro” e Tomás respondeu: “ e nem podemos mais responder 'levanta-te e anda'.”
Alguns dados são assustadores, o missiólogo Ronaldo Lidório enumerou alguns deles:

Há ainda em nossos dias cerca de 8.000 PNAs (Povos Não Alcançados), 300 milhões de aborígenes que nada sabem de Jesus (e isto é quase o dobro da população de todo o Brasil), mais de 300 ilhas onde mais de 90% de seus habitantes nunca receberam sequer um testemunho do evangelho de Cristo e 4244 línguas sem sequer João 3:16 traduzido em seu idioma. No norte africano e mundo oriental há em média apenas 1 missionário para cada 7 milhões de habitantes, em diversos países mais de 200 grupos nômades permanecem ainda intocados pelo evangelho e apenas ao meu redor, entre os Konkombas, posso nomear pelo menos 40 aldeias com uma população total de 50.000 pessoas que nunca, sequer uma só vez, ouviram o nome Jesus. É necessário chamar.”11

As seitas, um desafio missionário

A igreja hodierna precisa investir em missiologia e em apologética. O império das seitas, sejam elas pseudocristãs ou orientais, é um grande desafio missionário, que só pode ser vencido por meio da apologética. O naturalismo e outras filosofias estranhas ao evangelho necessitam de respostas dos apologistas.
Para ser apologista é necessário ter um conhecimento bíblico, teológico e cultural, a igreja no evangelizadora não pode esquecer de estudar; como lembra Claudionor de Andrade: “Há obreiros que no ímpeto de evangelizar, não aplicam a aprender a doutrina bíblica. Acham que o ensino sistemático das Sagradas Escrituras é perca de tempo”.12 O teólogo Claudionor lembra ainda uma frase de Charles Spurgeon, o príncipe do pregadores: “Os homens, para serem verdadeiramente ganhos, precisam ser ganhos pela verdade.” Não adianta evangelizar, se o conteúdo dessa pregação for estranho as Sagradas Escrituras.

Conclusão

A igreja que cumpre a grande comissão, pode ser verdadeiramente chamada de evangélica e pentecostal. Caso contrário, ela torna-se indigna do nome. Robert Coleman escreveu: “Uma igreja que não sai para i mundo anunciando as verdades do reino não reconheceria o avivamento, mesmo que este viesse.”13

Notas:

1- Entrevista de Ronaldo Lidório para o Jornal Paixão pelas Almas

2- ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Dicionário Teológico. 12. ed., Rio de Janeiro: CPAD , 2003, p. 215.

3- Autóctone. Adj2g.1. Que é oriundo da terra onde se encontra, sem resultar de imigração ou importação.(Dicionário Aurélio)

4- SOUSA, Luís Wesley de. Entrevista. In Resposta Fiel, Ano 4, n. 11, p. 12, CPAD, 2004.

5- STAMPS, Donald. Bíblia de Estudo Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 1995, p. 1631.

6-WOOD, George. Este Rio Pentecostal Azuza: La corriente afluente original. Revista del Enriquecimiento. Disponível no portal da Assembléia de Deus norte-americana (www.ag.org). Tradução livre.

7- YORK, John V. Missões na era do Espírito Santo. 1. ed., Rio de Janeiro:CPAD, 2002, p. 195.

8- Citado por BRITO, Robson. Projeto Missionário Pentecostal. Manual do Obreiro. Disponível no site: www.cpad.com.br/escoladominical.

9- GILBERTO, Antonio. Verdades Pentecostais. 1. ed., Rio de Janeiro:CPAD, 2006, p. 124.

10- WOOD, George. Uma Señal Diferente, Revista del Enriquecimiento. Disponível no portal da Assembléia de Deus norte-americana (www.ag.org). Tradução livre.

11- LIDÓRIO, Ronaldo. A Armadura de Deus e o Panoplian de Deus. Disponível no site www.monergismo.com

12- ANDRADE, Claudionor Corrêa de. As verdades centrais da fé cristã. In Ensinador Cristão, ANO 7, n. 28, p. 16, CPAD, 2006.

13- COLEMAN, Robert. Como avivar a sua igreja. 15. ed., Rio de Janeiro: CPAD, 2005, p. 88.

12 comentários:

Paulo Silvano disse...

Olá Gutierres,
Tudo na paz do Senhor?
Excelente post para refletirmos sobre missão. Creio que para atendermos ao chamado de forma eficaz no contexto (pós)moderno, precisamos retrabalhar o conceito evangélico de exercício do "Poder". Parto da premissa de que há muito poder atuando no mundo, incluindo o religioso, e que, ao nos sentirmos apenas mais um "poder" militando contra os demais, acabamos exauridos e impotentes, as vezes com a impressão, que sucumbidos pelos outros, não vamos dar conta da missão.
Considerando que o Poder, embora exercido por nós, não nos pertence - o Salmo 62:11 diz: "Uma vez Deus falou, duas vezes ouvi, que o poder pertence a Deus". - precisamos redescobrir que para fazer missão necessitamos mais que poder, carecemos sobretudo da Graça, pois quando reconhecemos que Graça é mais e melhor que o simples exercício do poder, ficamos livres para não ter vergonha de assumir a nossa fragilidade e impotência e, ai sim, permitir que o poder de Deus se manifeste a partir da nossa fraqueza. Antes de de ansiar por poder, precisamos trabalhar a nossa fraqueza, que quase sempre, nós crentes, relutamos admitir como parte de nós. Penso que o apostolo Paulo, melhor que qualquer um de nós, entendeu e atendeu ao chamado de Deus por essa via - a do reconhecimento da sua fraqueza e não do poder que detinha, "A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza." - e é assim o maior exemplo de missionário que temos na história do cristianismo.

Um abraço
pr Paulo Silvano

Victor Leonardo Barbosa disse...

Olá Gutierres, Paz do Senhor!!!
Creio que as missões são muito importantes hoje, inclusive em países que já foram chamadaos cristãos como Alemanha, escócia, etc.
E fora os países predominantemente católicos, como Espanha, Portugal e Itália( esta últma então, só a Graça!!!)
Que Deus nos dê graça para não parar de evangelizar!!!
Abraços e Soli deo Gloria

Carlos Roberto Silva, Pr. disse...

Olá Gutierrez!
A Paz do Senhor!
Importantíssimo seu post sobre missões.
A Igreja cresceu, isso é verdade, no entanto, é preciso admitirmos que esse crscimento trouxe uma série de problemas circunstanciais, o quais levaram a liderança a uma distorção de valores.
Essa distorção de valores a que me refiro, não é planejada, projetada nem proposital, mas foi acontecendo pontualmente e gradualmente, aponto de, se vacilarmos perdemos o foco da nossa Missão principal que é justamente a evangeliação.
Os pioneiros não tinham o que administrar, nem o que representar, muito menos o que manter, de forma que era necessário concentrar todas as energias possíveis, tempo e dedicação na pregação do Evangelho.
Hoje, a massa humana, o patrimônio, a representação política e outras circustâncias provenientes do crescimento e a própria concorrência denominacional interna, ocupam em demasia a liderança da Igreja.
É necessário que haja concentração real nessa questão e reconhecimento do problema e eu digo até mais, confissão diante de Deus e da Igreja, para que o Espírito Santo nos ajude a reverter o quadro, pois a questão não é humana mas sim de ordem espiritual.
O principal articulador dessa estratégia anti-evangelização é o inimigo.
Para tanto esse problema tem que ser enfrentando considerando-se as orientações de Paulo aos Efésios no capítulo 6.
Que Deus tenha misericórdia de nós, de tal maneira que possamos focar nossa atenção para as questões missiológicas e apologéticas como o irmão bem disse!
Parabéns pela matéria.

Esdras Costa Bentho disse...

Kharis kai eirene.
Prezado irmão Gutierres, meus parabéns por mais esse post sobre o pentecostalismo. A evangelização e as missões são as principais tarefas da igreja de nosso Senhor Jesus Cristo. O propósito fundante pelo qual o Espírito foi derramado no Dia de Pentecostes foi a realização da obra missionária com poder. A virtude do Espírito foi concedida ao crente para evangelizar, apregoar a liberdade aos cativos, dar vistas aos cegos (Lc 4.18). Nesta semana pregava na festa de uma igreja e reafirmei que a igreja deve cumprir a tarefa inacabada dos apóstolos. A verdadeira igreja ama a obra missionária porque Jesus amou os pecadores. E assim como um filho traz as características de seu pai, afirmava, assim também a verdadeira igreja deve refletir o caráter e as obras de Jesus. Se Ele amou os pecadores, devemos também amá-los; Se Ele viveu cheio do Espírito, devemos nós também viver na plenitude do Santo Espírito; Se ele fez missões, devemos igualmente evangelizar.

Deus o abençoe.
Esdras Costa Bentho

Gutierres Siqueira, 18 anos disse...

Sempre as participações dos amados irmãos é bem-vinda nesse blog. São opiniões que enriquece a Teologia Pentecostal

Paulo Silvano disse...

Caro Gutierres,

Sinto-me honrado por estar entre os seus favoritos. Não gerei a lista de favoritos no meu blog por não saber até agora como fazer para incluir favoritos. Assim que conseguir incluirei o Teologia Pentecostal nos meus.

Um abraço,
Paulo Silvano

Victor Leonardo Barbosa disse...

Gutierres, esqueci de citar uma coisa, os paise eruropeus, que já foram considerados protestantes. Infelizmente estão cada vez mais superabundando em apostasia e vazio espirtual, creio que os pentecostais podem fazer muito a respeito a esses países que já foram cristianizados, mas que hoje poucos conenhecem o Nome do Salvador...creio o movimento missionário poderia ser um grande veículo de Deus para um possível avivamento
Abraços e Paz do Senhor!!!

ALTAIR GERMANO disse...

Amado Gutierres, tenho comentado pouco mas passo diariamente por aqui!

Fica na Paz de Jesus!

Carlos Eduardo Leite disse...

Parabéns pelo seu blog,que Deus continue lhe dando graça.E obrigado por comentar meu artigo.Concordo com você,mas aquele artigo é voltado para a verdade num âmbito geral.
A paz de Cristo.

Anônimo disse...

parabens pela ensinamento,estava preparando um liçao para a escola dominical sobre missiologia e conteudo foi de grande ajuda.
tenho 03 filhos os quais Deus chamou para o ministerio,alias muitos jovem uma filha com marido na africa do sul outra participa de campanhas evangilista no mundo
e filho auxilia uma comunidade no louvor no velho mudo. mancino 2005@ hotmail.com.br

Laélia Marques disse...

Gostei do Artigo muito bom!!!
tomei a liberdade de esplanar oseu artigo para os jovens da minha igreja(risos) que Deus continue te enchendo de Graça

Anônimo disse...

Oi Gutiérrez, qué Dios est siempre con ustedes con est luz tan brillante traer visón na obra del nuestro Señor!!!