domingo, 14 de setembro de 2008

Hedonismo e ascetismo, dois extremos que o cristão deve evitar

Crente não bebe, não dança, não fuma, não vai ao cinema, não vai a praia, não assiste TV, não ouve músicas seculares etc. Assim foi criado um estereótipo do cristão protestante, especialmente os pentecostais, que ainda permanece na sociedade. O ascetismo, marca registrada da “espiritualidade” medieval, atingiu em cheios os cristãos pietistas. Enquanto isso a sociedade hedonista busca, a cada dia, satisfação nos prazeres fúteis e passageiros desse mundo.
O que é hedonismo? O que é ascetismo? E por que a igreja deve evitar essas “filosofias”? Segundo C. Stephen Evans, o hedonismo é uma “teoria ética que identifica o bem com a felicidade e entende a felicidade como a presença do prazer e a ausência da dor” [1]. Stanley J. Grenz e Jay T. Smith definem hedonismo como “uma teoria de valor amplamente defendida que declara que o prazer é o valor intrínseco mais alto” [2]. O ascético acredita que a prática de “exercícios espirituais” irá recompensá-lo com a salvação, pois a ascese leva o homem para realização plena da virtude e mortificação da carne.
O hedonista adora o prazer, o ascético o despreza com veemência. O hedonista cultua o corpo, enquanto o ascético o vê com desconfiança. Um é anti-bíblico e o outro também. A cristandade sempre se aproximou do ascetismo, mas hoje é possível ver “cristãos” hedonistas, principalmente os contaminados pela pregação de prosperidade e saúde plena. Os “cristãos” ascetas ainda continuam, principalmente em igrejas pentecostais, contaminados pelos seus equívocos.

Hedonismo e os “prazeres” do evangelicalismo

Os adeptos da “teologia” da prosperidade são hedonistas, pois os mesmos acham que a felicidade está no prazer da glória terrena. Os pastores que pregam tal aberração exaltam em testemunhos estridentes aqueles que conquistaram um modelo de vida luxuoso. As evidências da vida “cristã” se constituem, dentro desse contexto hedonista, com carros, mansões, iates, sucesso empresarial etc.
O Movimento Carismático acentua demasiadamente o “sentir-se bem” no ambiente de culto. Com isso, os cultos carismáticos são recheados de clichês com músicas do tipo mantra. A dita “adoração extravagante” atende a demanda do misticismo vazio de conteúdos objetivos. Nesses “momentos de adoração”, a eventual êxtase serve como o ópio contrário a racionalidade cúltica proposta pelo apóstolo Paulo em Rm 12.01.
Alguns, influenciados por uma onda de espiritualidade pós-moderna, sem vinculo moral, já não condenam o segundo casamento, nem a união de homossexuais, o aborto, o sexo descompromissado etc. É possível ver em alguns libertinos essas atitudes, principalmente aqueles afetados pela teologia neoliberal.

Ascetismo e seus males

Como dito no início, o protestantismo criou vários estereótipos em versões de tabu quanto aos prazeres dessa terra. Comportando-se somente como peregrinos, os cristãos rejeitaram a cultura e o papel de influência sobre ela. Nessa cosmovisão, criam forte aversão ao cinema, rádio, televisão, erudição, esportes, lazeres, entretenimento, teatros, artes, danças, esculturas etc. Fruto de uma dicotomia grega, e não de convicção bíblica, o legalismo protestante desprezou a dosagem equilibrada do prazer.

A falsa santidade e o ascetismo

Prejuízos enormes já foram causados pela confusão existente nas cabeças legalistas, entre ascetismo e santidade. Santidade vem de Deus, ascetismo vem do homem; santidade está casada com a graça, ascetismo está casado com o legalismo; santidade liga a Deus, ascetismo afasta o homem de Deus. Santidade tem uma total dependência da obra regeneradora e purificadora do Espírito Santo, enquanto o ascetismo depende do esforço humano.
Quantos pentecostais pregam e vivem como se os “usos e costumes” os levassem para o céu!
Sobre o assunto, sabiamente escreve o teólogo Augustus Nicodemus:

Ser santo não é guardar uma série de regras e normas concernentes ao vestuário e tamanho do cabelo. Não é ser contra piercing, tatuagem, filmes da Disney, a Bíblia na Linguagem de Hoje. Não é só ouvir música evangélica, nunca ir à praia ou ao campo de futebol e nunca tomar um copo de vinho ou uma cerveja. Não é viver jejuando e orando, isolado dos outros, andar de paletó e gravata. Para muitos pentecostais no Brasil, santidade está ligada a esse tipo de coisas. Duvido que estas coisas funcionem. Elas não mortificam a inveja, a cobiça, a ganância, os pensamentos impuros, a raiva, a incredulidade, o temor dos homens, a preguiça, a mentira. Nenhuma dessas abstinências e regras conseguem, de fato, crucificar o velho homem com seus feitos. Elas têm aparência de piedade, mas não tem poder algum contra a carne. Foi o que Paulo tentou explicar aos colossenses, muito tempo atrás: “Tais coisas, com efeito, têm aparência de sabedoria, como culto de si mesmo, e de falsa humildade, e de rigor ascético; todavia, não têm valor algum contra a sensualidade” (Colossenses 2.23). [3]

O grande pregador A.W. Tozer certa feita afirmou: “quando mais um homem e tem no coração, menos precisará de fora; a excessiva necessidade de apoio externo é prova de falência do homem interior” [4]. Pelo conceito de Tozer, é visto que a excessiva necessidade de afirmação de uma “santidade” exterior, mostra certa deficiência no interior. Quantos expressavam os mais clássicos trejeitos de pentecostais tradicionais, mas era uma pessoa difícil de lidar? Ora, a santificação como de dentro para fora (I Ts 5.23), ou seja, “espírito, alma e corpo” e não o contrário! É muito fácil mudar o guarda-roupa, ou deixar de ir ao cinema; mas trabalhar a inveja, a malícia, a ambição, a sensualidade etc., somente com a Graça de Deus!

Compreensão correta de santidade não leva ninguém ao antinomismo

Nesse artigo não há sugestões para aversão a leis, regras, costumes ou tradições e nem incentivo para vida dissoluta, em que violenta a Graça de Deus. A Bíblia estabelece princípios irrevogáveis, em que muitos preceitos encontram suas bases. Lembrando que regras, tradições e preceitos mudam, mas os princípios (essência) não devem mudar.
A compreensão correta da santidade, nunca levará os homens para comportamentos pecaminosos. Quem peca baseado na “graça de Deus” está redondamente enganado! Os que usam a Graça para o pecado, entram no conceito de Judas, de "homens ímpios, que convertem em dissolução a graça de nosso Deus, e negam o nosso único Soberano e Senhor, Jesus Cristo. (Jd. v.4),

A falência dos tabus comunais

Algumas denominações, como a Assembléia de Deus, da qual esse blogueiro faz parte, criou uma série de regras “oficiais” concernentes aos “usos e costumes”. Ora, se tais igrejas ensinassem sistematicamente os princípios irrevogáveis da Palavra de Deus, como o pudor, a modéstia, a moderação, a preservação do corpo etc.; não necessitariam de criar regras comunais específicas em questões de costumes e seus usos. A criação de “tabus comunais” mostra falência de ensino dos princípios absolutos e a busca do caminho mais fácil chamado “proibição”!
O teólogo Geremias do Couto sabiamente escreveu:

A experiência religiosa mostra que não adianta explicitar um sem-número de regras, pensando que elas consigam mudar a pessoa por dentro. O máximo que promovem é uma reforma exterior, que, do ponto de vista do ensino de Cristo, cheia a hipocrisia. [5]

Por isso, que a igreja bem doutrinada, ou seja, bem ensinada nos princípios bíblicos, gerará necessariamente bons costumes, que nunca serão impostos ou encarados de maneira legalista. Preceitos bons nascem de boa pregação, mas pregação doente gera somente crentes doentes e sem a compressão da Graça de Deus! Ainda o grande teólogo puritano J.I. Packer escreveu:

Esse ascetismo reacionário ainda sobrevive em alguns círculos na forma de tabus comunais sobre álcool, tabaco, teatro, dança, jogos, roupas elegantes, cosméticos e itens similares. Talvez tenha havido, e haja, boas razões para tais abstinências, em se tratando de decisão pessoa, mas tabus comunais tendem a entorpecer a consciência, em vez de avivá-la... O mundanismo foi definido em termos de quebras de tabus, e identificações de conseqüências mais amplas com os pecados da sociedade passaram despercebidas... O pietismo separa o mundo em vez de estudá-lo e procurar mudá-lo; é hostil ao prazer, em vez de agradecido por ele, temeroso de que o mundo adentre nossos corações montado nas costas do prazer. [6]

Conclusão

O desequilibrado hedonista destrói sua vida com seu modus vivendi louco e irresponsável, enquanto o asceta não aproveita a beleza que Deus deixou nessa terra. Ambos estão errados, ambos se autodestroem, pois é comum ver hedonistas viciados em bebidas e drogas, enquanto muitos ascetas estão obesos pela vida sedentária. O cristão gosta do equilíbrio!

Referências Bibliográficas e notas:

01. EVANS, C. Stephen. Dicionário de Apologética e Filosofia da Religião. São Paulo: Editora Vida, 2004. p. 64.
02. GRENZ, Stanley J. & SMITH, Jay T. Dicionário de Ética. São Paulo: Editora Vida, 2005. p. 82.
03. NICODEMUS, Augustus. O que estão fazendo com a Igreja. São Paulo: Mundo Cristão, 2008. p. 152.
04. TOZER, Aiden Wilson. O melhor de A.W. Tozer. São Paulo: Mundo Cristão, 1997. p. 110.
05. COUTO, Geremias do. A Transparência da Vida Cristã. Rio de Janeiro: CPAD, 2001. p. 25.
06. PACKER, James Ian. Os Planos de Deus para Você. Rio de Janeiro: CPAD, 2005. p. 67.

38 comentários:

Jefferson disse...

Eu sempre pensei dessa forma, tem os dois lados da moeda. Eu não sabia a uma forma mais eurudita de falar do assunto pois desconhecia os termos "hedonismo" e "ascetismo", mas sempre achei que um Cristão tem que ser moderado e como foi concluído nesse post "O Cristão gosta de equilíbrio".
É essa a conclusão que todo bom leitor da bíblia chega.
Eu acompanho esse blog já faz algum tempo e ele tem sido fonte de edificação na minha vida.
Parabéns por mais esse excelente post, ficou ótimo!

Leandro Teixeira disse...

Belíssimo texto, e equilibrado também! Parabéns!

Rodrigo de Aquino disse...

"Algumas denominações, como a Assembléia de Deus, da qual esse blogueiro faz parte, criou uma série de regras “oficiais” concernentes aos “usos e costumes”."

quero lhe fazer uma pergunta bem pessoal, se é que me permites. Pelos txts que escreves, percebo que és moderado, sem os "ransos" que nossa denominação impõem. Nao se sentes muitas vzs um peixe fora da água, ou se pergnta: "O que eu ainda faço nessa igreja"?

sei que é uma pergunta bem pessoal...

bom txt...

Lucimauro*Assembléia de Deus disse...

cBom amado gutierres.
Eu voltei pois já estava sumido à algum tempo não é mesmo?rsrsrsrs.
Concordo plenamente com o post.
Mas gostaria de pergunta a vc jovem, o mesmo que o amado Rodrigo de aquino perguntou:
Será que muitas das vezes vc não se sente um peixe fora dágua?
Não te pergunto isso com um tom de ironia não jovem,mas sim com toda sinceridade do meu coração.
Pois partindo do exposto vejo tanta denominação séria por aí não sendo a nossa Assembléia,que não se apega a usos e costumes.
Te faço essa pergunta mas já posso visualizar sua resposta, mas:
Cá pra nós amigo,os usos e costumes são marca da nossa Assembléia, é o que caracterizou a nossa igreja no Brasil.
Por mais que muitos queiram tirar esse carro de fora da estrada ele é bom, não importa o ano a sua lataria continua boa ainda, ele pode fazer muito mais ainda, não vale a pena deixar ele de lado,à muito mais por se preucupar.
Eu particulamente se tivesse esse pensamento, não estaria mais na assembléia não,sinceramente rsrsrsrs.
Existe muitas Igrejas por aí que ainda pregam o verdadeiro evangelho de Jesus.
Pensa querido Deus te esclarecerá.
rsrsrsrs.
Daquele que ama a Assembléia de Deus e seus orgãos históricos.

Gutierres Siqueira, 19 anos disse...

Jefferson, a paz!

Fico muito feliz com suas palavras de incentivo, pois o propósito desse blog é a edificação por meio das Escrituras...
Equilíbrio está permeado nas Sagradas Letras, pois os extremos só nos levam ao prejuízo. O equilíbrio do cristão tem bases escriturísticas e nunca será místico ou obtido com energização transcendental. Equilíbrio não é ficar em cima de muro, pois na Bíblia encontramos princípios que nunca nos levaram para extremos!

Um abraço!

Gutierres Siqueira, 19 anos disse...

Leandro Teixeira, a paz!

Obrigados pela visita e parabéns pelo blog!

Gutierres Siqueira, 19 anos disse...

Rodrigo Aquino, a paz!

Essa é uma pergunta constante, ontem mesmo duas pessoas de minha congregação me indagaram a respeito. Minhas respostas são:
01. Muitas são as situações que me sinto um peixe fora d água, isso não nego, mas minha formação assembleiana não me impede de tecer críticas a essa denominação. Graças ao bom Deus que, pelo menos no contexto em que estou inserido, não irei ser disciplinado ou condenado para a inquisição! Rsrsrsr. A Assembléia de Deus permite críticas internas, pois não se comporta com seita. Isso nos é favorável.
02. Não tenho problema nenhum com a “confissão de fé” das Assembléias de Deus, mas sim com o seu legalismo anacrônico, caciquismo eclesiástico, anti-intelectualismo, superficialidade nos sermões e louvores, analfabetismo bíblico de boa parte dos pastores, liturgia irracional etc.
03. Não sou o único assembleiano incomodado com tais questões. Não posso ter a síndrome de Elias, de pensar soberbamente que sou o único, mas vejo muitos, inclusive vocês, amigos leitores e assembleianos, incomodados com tais coisas. A blogosfera assembleiana nos dá esperança!
04. Se eu sair de minha denominação, que tanto amo, resolverei meu problema, mas em nada contribuirei para a maturidade da mesma.
05. Não sou batista ou presbiteriano, teologicamente falando, sou assembleiano convicto. Vejo que boa parte das Assembléias de Deus nos EUA já conseguiram atingir uma maturidade, assim como algumas congregações assembleianas isoladas por esse país.
06. Aprendi que o conformismo é um mal, portanto não posso me calar naquilo que será conveniente.
07. Sei, também, que os meus pensamentos incomodam muitos, já fui inclusive taxado de herege e minha morte e ida para o inferno foi “profetizada” por um coitado fanático.
08. Conheço igrejas maravilhosas, porém não perfeitas, onde a Bíblia é ensinada com esmero, o louvor é cuidadosamente selecionado e a reflexão é constante. Poderia ir, mas não quero. Não estou falando que tenho a missão de salvar as Assembléias de Deus; não sou messias e nem ousado para afirmar tamanha soberba, mas posso contribuir para alguma coisa!

Um abraço irmão Aquino...

Gutierres Siqueira, 19 anos disse...

Irmão Lucimauro, a paz!

Rapaz, você estava sumido, mas quem é vivo sempre aparece, rsrsrs.
A resposta ao irmão Aquino já responde sua pergunta!
Vejo que os “usos e costumes” se constituem em algo muito fluido e superficial para contribuir com a identidade sólida de uma denominação. Mas é claro, que historicamente, tais tradições tiveram seu valor... Os “usos e costumes” só não podem ser taxados com bíblicos, pois não o são!

Um forte abraço!

Mozart Paulino disse...

Gostei de sua colocação de que não será o "Messias" de sua denominação, que tanto aprecio, apesar de não fazer parte de sua membresia.
Existem muitos irmãos, assim como você, que não se dobraram aos pés de uma falsa experiência religiosa, seja ela o hedonismo ou ascetismo.
Analiso o seu blog como um termômetro de como anda o teor teológico da minoria pentecostal que ainda utiliza o cérebro que o Senhor deu.
Digo isso, pois, por incrível que pareça, ainda encontro irmãos com aversão para discutir salutarmente às questões hodiernas à luz das Escrituras.
Recebi a orientação de um veterano pastor da Assembléia de Deus do ministério do Belém, amigo meu pessoal, de começar um ministério da Assembléia de Deus, devido meus posicionamentos quanto a assuntos pneumatológicos terem mudados, exatamente pelo estudo sem preconceito dos dons espirituais com base nas Escrituras Sagradas (continuo calvinista reformado, rsrsrs).
Mas, como disse a ele, se fosse para começar um ministério assembleiano, seria com estilo parecido (não igual) com do Bom Retiro, do pastor Jabes de Alencar. Refiro-me ao quesito usos e costumes.
Imagine a dor de cabeça que teria no começo: "Irmãs de calça na igreja; Ausência de tanto tempo de oportunidades para "louvar" e mais pregação; e outros fatores mais; sem contar, com todo respeito, a maldedicência de algumas amadas dos coquinhos na cabeça reclamando que os tempos não são mais o mesmo".
Tudo isso seria motivo para alegar que a igreja é carnal e que o pastor não tem unção.
Ufa!!!!
É isso aí querido Gutierres, mantenha-se firme.

Um grande abraço.

(Quem sabe me torne assembleiano reformado. Será que isso é possível?)

Aja fé.

Daladier Lima disse...

Eu já disse aqui outras vezes que o nosso desafio é ser um servo equilibrado. Nem liberal, nem radical. Nenhum dos extremos leva a nada!

Gutierres Siqueira, 19 anos disse...

Pastor Mozart, a paz!

Há dentro das Assembléias de Deus muitas pessoas inconformadas com as questões aqui abordadas. A CPAD, um órgão oficial da denominação que expressa, por meio dos livros publicados, uma maturidade bem desenvolvida. O grande problema é que a maioria dos assembleianos não consomem esse material, principalmente por falta de interesse e esforço... Na blogosfera, vemos bastaste pastores e leigos que estão cada vez mais aprofundados nas Escrituras. Esse blog não é fruto de trabalha inédito e/ou isolado, e sim fruto de uma influência de outros pentecostais mais conscientes. Graças a Deus, nesses quase cem anos, o Senhor levantou vários mestres nas Assembléias de Deus, que não deixaram essa denominação cair no sectarismo.
Um abraço e obrigado pelas palavras de motivação!

Gutierres Siqueira, 19 anos disse...

Daladier, a paz!

Somos seres polarizados, temos essas tendências, ninguém escapa! Por esse motivo que o equilíbrio é uma virtude... Quanto mais leio a Bíblia, mas fico impressionado com os princípios moderados por Ela transmitida.
Para que ser legalista? Para que ser libertino? Precisamos ser moderados! Para que roupas de beatas, para que roupas devassas? Para que impedir a contemplação das artes, para que usar as artes com imoralidade? Para que anorexia, para que comer em demasia?... E assim as Escrituras e a vida nos ensina que não há nada melhor do que viver equilibrado!

João Paulo Mendes disse...

Paz do Senhor,


Essa frase: "criação de “tabus comunais” mostra falência de ensino dos princípios absolutos e a busca do caminho mais fácil chamado “proibição”, creio que se adequa muito bem à realidade da maioria dos assembleianos no Brasil, como membro da denominação vejo isso constantemente, pessoas que supervalorizção os dons e desprezam o conhecimento, não só bíblico, e consequentemente são ascetas mas, como o irmão disse, o interior..... ah... esse nem sempre muda, algo que ouvi o Pr César Moisés dizer o mês passado, aqui em nossa igreja, me tem feito refletir sempre, o Pr César dizia: o que somos exteriormente deve ser reflexo daquilo que somos no interior, primeiro necessitamos de mudanças, de conversão, dentro de nós e isso será refletido em nosso modo de viver.
Ótima postagem meu irmão,

Em Cristo,

www.joaopaulo-mendes.blogspot.com

zwinglio rodrigues, pr. disse...

Gutierres, paz!

Muito simples:

"Irmãos, vocês foram chamados para a liberdade. Mas não usem a liberdade para dar ocasião à vontade da carne..." Gálatas 5:13

Rodrigo de Aquino disse...

Quando eu pensei em sair da AD, motivado pelo axioma do presidente da CGADB: "ame-a ou deixe-a", pensei a mesma coisa. Não adianta fugir da raia, devemos ficar e lutar! Pode parecer ridículo o que vou expressar agora e até antibíblico, mas sempre que me perguntavam sobre missões, eu respondia: "minha missão é dentro de casa, quero ser usado por Deus para evangelizar os de dentro". Como bem frisaste, não somos os messias, mas creio sermos uma esperança por uma AD melhor.

paz

Cleber disse...

Oi mano!
Legal esse post.
Concordo plenamente com vc.
Tbm publiquei algo sobre isso meses atrás.

http://confraria-pentecostal.blogspot.com
http://confraria.diinoweb.com/files/08_Ascetismo-e-Hedonismo.pdf

Cleber disse...

Rodrigo,
tbm sou de Joinville.
Acho que já nos esbarramos por aí...hehehe

Valorizo muito a erudição bíblica pentecostal, o ensino teológico, a pregação profunda.

E não acho que isso seja impeditivo para uma postura aberta ao mover de Deus.

Valorizo a erudição, mas não abro mão de falar em línguas, de profetizar quando Deus mandar, de ver Deus curando, de ter experiências fortes e genuinas com Deus...

Minha erudição não impede de sapatear no Espírito ou de chorar diante do Senhor se Ele assim quiser... (não falo de manifestações fábricadas, mas vindas de Deus...)

Por que estou dizendo tudo isso?
Porque muitos pentecostais a medida que começam a valorizar o ensino teológico e questionar os ranços denominacionais acabam adotando uma postura "fria"... nada de sobrenatural acontece com eles... alguns sequer buscam o batismo no Espírito Santo... dizem que crêem, mas não experimentam, não vivenciam...

O resultado disso é que os crentes "menos esclarecidos" acabam associando a erudição com frieza espiritual.

Se realmente queremos influenciar esses crentes "menos esclarecidos" não basta usar argumentos...
É preciso mostrar que erudição e unção são coisas plenamente conciliáveis.

Jesus mesmo valorizava as duas coisas - Mt:22:29: Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus.

Ou seja, um cristão equilibrado conhece bem a Bíblia, mas tbm é cheio do poder de Deus.

PS.: Não estou dizendo que seja seu caso. Estou apenas compartilhando sobre pessoas que conheci.

Pastor Cleber
http://confraria-pentecostal.blogspot.com

Anônimo disse...

Irmão Gutierres,
Parabéns pela postagem, existe muitas coisas em nossa querida igreja que precisa ser revista. Num 1º ponto destacaria a administração,que precisa deixar de ser centralizada, obscura, manipuladora etc. Num 2º ponto, destacaria a revisão de alguns costumes.
O grande problema foi apresentado achar o termo mediano entre "hedonismo" e "ascetismo", em forma pratica. O que seria um cristão Equilibrado, na forma de suas ações?. Por Exemplo: Um cristão que vai a uma praia (pública, convencional) ou a um clube, seria um “liberal” ou seria um equilibrado?, ou seria uma questão cultural e de consciência pessoal?

Em Cristo,
Valter Alex

Victor Leonardo Barbosa disse...

Olá Gutierres, a Paz do Senhor!!!

Importante post, pois verdadeiramente devemos buscar o equilíbrio nessas delicadas questões, tudo se levando em conta a Palavra de Deus. Hoje o legalismo, ainda persiste, infelizmente.

Não creio que seja pecado ir para shopping, cinema ou usar uma bermuda. além de beber, mas é óbvio que existe também certo procedimento e cuidados a serem tomados.

Claro que não é seu caso, mas existem muitos crentes por aí que utilizando a máxima de "tudo me é lícito" chegam em um bar e dizem: " Eh garçom, vê um branquinha aí.."

"Vamos lá naquela cachaçaria, pois pé da boa..."

Creio eu que, com relação às bebidas alcoólicas, devemos ter muito cuidado, como bebemos, onde bebemos e comquem bebemos.

Um dos meus primeiro artigos que escrevi no GQL fala sobre isso, se quiser dar uma passadinha:

http://gqlgeracaoquelamba.blogspot.com/2007/05/o-vinho-pecaminoso.html

Abraços irmão!!!

Mozart Paulino disse...

Rodrigo de Aquino, Paz

A sua coragem em confessar que sua missão é para evangelizar os que são de dentro, muito me admira, mas com todo carinho e respeito, creio que o termo mais apropriado é discipular.
Pelos frutos conhecemos os que verdadeiramente têm compromisso com o Senhor da Seara.
Onde a luz impera, as trevas não suportam e dissipam.
Confundimos às vezes luz com trevas; quem diz que não existem luz que são trevas? Próprio Jesus disse:
"...Se, portanto, a luz que em ti há são trevas, quão grandes [serão] tais trevas!" Mateus 6:23 ARC.
De fato temos o dever, sim, de refletir o que está acontecendo no nosso meio, porém, não que o irmão esteja fazendo isso, não nos esqueçamos dos que estão de fora.
Abraços fraternais

Anônimo disse...

Amei a sua resposta para o Rodrigo de Aquino. Gosto de ler o que os dois escrevem. No reino de Deus, temos o compromisso de contribuir. Fazer com que AD, esteja dentro da sociedade avançada e moderna sem perder o elo que nos une a Salvação, creio que seja um modo de contribuir. Podemos pular...trocar, mas quando não resolvemos o “problema”, onde quer que for, ele irá junto. A maturidade vem quando trabalhamos nossas “síndrome de Elias”. Gostei.

Abraços, Raquel

Gutierres Siqueira, 19 anos disse...

João Paulo Mendes, a paz!

O processo de santidade que não refletir no exterior é falho, mas a santidade em si, nunca começará de fora para dentro, mas somente o inverso. A santidade forçada a partir do exterior é obra de homens e não do Espírito Santo...
Mudar o caráter é o nosso grande desafio, que será vencido somente com ajuda do Alto!

Obrigado pela participação!

Gutierres Siqueira, 19 anos disse...

Pastor Zwinglio, a paz!

Essa máxima paulina é a expressão que um povo bíblico será equilibrado e nunca extremista.
Obrigado pela participação!

Gutierres Siqueira, 19 anos disse...

Rodrigo de Aquino, a paz!

O processo do discipulado, como bem lembrou o pastor Mozart, é uma obra nobre e parte da grande comissão! Acredito que o meu papel é parecido com o seu: o do discipulado constante, não somente para os neófitos.

cincosolas disse...

Gutierres,

Duas observacoes (perdoe-me a falta de acentos):

1) A questao do equilibrio. Realmente, na maioria dos casos, a verdade esta no meio. Porem, resta sempre o perigo de procurarmos uma via-media, misturando duas posicoes contrarias. Em alguns casos, a verdade esta num dos extremos. Nao e o caso do tema que voce tratou.

2) Sobre sentir-se um peixe fora dagua, tenho uma experiencia pessoal. Sou pentecostal e calvinista, e sirvo a Deus numa igreja de orientacao arminiana (O Brasil Para Cristo). Por ser a igreja onde Deus me chamou e onde sou coberto pelo amor de irmaos amados, nao me sinto fora dagua ali. Mesmo quando esclareco minha posicao soteriologica, o que alias eh de conhecimento de todos. Por nao ver nenhuma contradicao entre o pentecostalismo e a teologia reformada, nao me sinto fora dagua no meio tradicional. Sinto-me a vontade tanto na Rua Azuza como em Genebra.

Porem, tanto alguns pentecostais como outros calvinistas sugerem que eu deveria me sentir deslocado aqui e ali. Mas dou gracas a Deus que me chamou numa igreja pentecostal e me conduziu as doutrinas da graca.

Parabens pelo seu blog, ja figura entre os meus preferidos.

Gutierres Siqueira, 19 anos disse...

Pastor Cléber, a paz!

Muito bom o seu texto...
È claro que não existe e nem deve existir dicotomia entre “unção” e erudição...
O problema que vejo em alguns irmãos que estão em busca de erudição é a grande dificuldade comunicacional. Muitas vezes, o irmão descobre muitas coisas interessantes, mas falta-lhe maturidade para repassar aos outros sobre o que ele entende.
Quanto as manifestações corporais no culto pentecostal atribuídos ao Espírito Santo, tenho vários textos que podem ser lidos no arquivo!

Gutierres Siqueira, 19 anos disse...

Valter Alex, a paz!

Obrigado por sua participação...
Sua pergunta é interessante, porém nos remete para os detalhes...
O cristão equilibrado, freqüentador de praias, não vestirá calças e saias para se debruçar nas águas e nem vai expor seu corpo com biquínis e sungas que provoquem sensualidade. Se o cristão não gosta de praia, isso tem que ser respeitado, mas esse não pode condenar e nem impedir que outros freqüentem esse presente de Deus. O cristão equilibrado vai observador o principio do pudor!

Rodrigo de Aquino disse...

Então

com certeza a palavra discipulado é a correta, contudo, escrevi evangelizar devido ao contexto em que eu falava. Aqui em Joinville a missão sempre foi muito forte, e todos os jovens só falavam em evangelizar as nações, aquele papo todo...mas eu olhava ao meu redor e via pessoas fracas na fé, igrejas cheias, mas com sintomas sérios. então diante da pergunta sobre missão, eu respondia: vou evangelizar aqui dentro!

e se for fundo mesmo, o termo evangelizar não está tão equivocado, pois vejo cada atitude em nome do "evangelho" que se faz necessário uma re-evangelização. mas isso é outra história, ou não...

agradeço a todos...

Rodrigo

Gutierres Siqueira, 19 anos disse...

Victor Leonardo, a paz!

A embriaguez é pecado. Isso é taxativo nas Escrituras. Quanto a bebida alcoólica, é questão de moderação e extremo cuidado para aqueles que bebem.
Um problema com bebidas alcoólicas é o ambiente em que tal bebida está inserida. Normalmente os assuntos torpes, pornografias, brigas e irracionalidades estão casadas com os bebedores... O melhor é a abstinência! Mas os irmãos luteranos e principalmente os alemães não resistem... hehehehe
Conheci igrejas que adotavam vinho alcoólico para Ceia do Senhor, mas tal adoção já deixou algumas senhoras um pouco tontas! Então o vinho foi substituído pelo suco de uva!

Gutierres Siqueira, 19 anos disse...

Raquel, a paz!

Muito obrigado por participar nesse espaço!
O nosso grande desafio como instituição tradicional, é comunicar-se com os nossos tempos, sem perder a nossa essência. Não podemos ser modistas e nem tradicionalistas, pois ambos os extremos nos prejudicam.

Gutierres Siqueira, 19 anos disse...

Clóvis, a paz!

Equilíbrio, muitas vezes, é interpretado como “ficar em cima do muro”... Não, nem sempre ficar em cima do muro é equilíbrio!
Assumir princípios e mantê-los também representa equilíbrio!

Pr. Carlos Roberto disse...

Caro Gutierrez!
Graça e Paz!

Que bem ler seus textos e participar deste fórum natural em que ele se tornou.
Parabéns!
Quanto ao post, nos leva a um sentimento real de equilíbrio, o que vc. sempre defendeu da melhor maneira, e é o que eu também defendo.
Nem hedonismo nem ascetismo, porém me parece que a maioria hoje, talvez até desapercebidamente, tem uma tendência hedonista.
Quanto a nossa Assembléia de Deus, voce está corretíssimo, floresça onde voce está plantado.
O irmão poderia ter iniciado sua carreira cristã em qualquer outra denominação, mas já que foi na Assembléia de Deus, permaneça lá.
Algumas coisas que vc. tem a oportunidade de falar, seja na EBD ou mesmo em outros departamento, só o tem porque é de dentro, um de fora jamais teria a oportunidade para dizer.
Continue sendo bíblico e isso é o que importa.
Tenho amigos pastores presbiterianos e batizados com o Espírito Santo, com a evidência de falar em línguas estranhas.
Os mesmos decidiram continuar lá, logicamente com todo respeito à liturgia lá aplicada, porém suas igrejas são muito avivadas com relação às demais, e é tudo perfeitamente tolerável.
Como pastor assembleiano eu diria:
Ainda vou ter um filho assim.rsrsrs.
Eu sei que não tenho tido tempo para escrever como gostaria, mas de vez em quando posto alguma coisa no Point Rhema.
Faça-nos uma visita!
Um grande abraço!
Pr. Carlos Roberto

Cleber disse...

É verdade Gutierres.

Conheci cristãos pentecostais que fizeram teologia e acabaram se contaminando de soberba...

Hoje não conseguem ouvir uma pregação sem tecer mil críticas ao pregador e deixam de captar o essencial.

Perderam a humildade.

É claro que gosto de pregações profundas com um português bem falado... Mas já vi Deus usando irmãos 'incultos' com muito poder... não podemos desprezá-los.

Nunca esqueço certa vez que ouvi uma irmã pregando sobre "a corsa anseia pelas águas" e ela achando que corsa era um pássaro dizia "a corsa voa em direção as águas..."
Apesar do equívoco até hoje foi a pregação mais ungida que vi... um coração sincero cheio do poder de Deus!

Quanto as manifestações corporais sei que muita gente discorda e critica. O que posso dizer é que já tive experiências genuínas (como cair no Espírito) e já fui empurrado por pastores querendo aparecer. Mas não quero jogar fora o bebê junto com a água.
;-)

um abraço!

Victor Leonardo Barbosa disse...

"O melhor é a abstinência! Mas os irmãos luteranos e principalmente os alemães não resistem... hehehehe"

Os aglicanos também...hum C. S. Lewis que o diga amigo!(claro que, somente através dos livros... he he he).

Abraços irmão...

Gutierres Siqueira, 19 anos disse...

Pastor Carlos, a paz!

Muito obrigado por suas palavras motivadoras e de apoio com esse “ministério” blogueiro!
Vemos, também, pelos seus textos que o irmão sempre expressa equilíbrio em suas opiniões...

edoni souza da silva disse...

paz esteja com veces meus irmoas em cristo JESUS gostei muito dos comentarios que li neste blog,elem de me abrirem os olhos poercebi que tenho companhia... hoje estamos vivendo sobre tabus relijiosos que nao pregam mas mandam que ........isto tem atrapalhado na minha vida pois muitas vezes me sinto um peixe fora dagua pois penso diferente e nao concordo com muitas coisas que sao pregadas e ditas... mas tambem percebo que isto esta em todas as donominaçoes uma pior que a outra,poriso tenho seriamente um pensamento"QUE DEUS NOIS AMA.DEUS E AMOR,NAO QUER NOS VER PRESOS E QUER UMA ADORAÇAO RACIONAL COM SENTIMENTO DE PUREZA E DE SINCERIDADED DAQUILO QUE NOS E REVELADO!HUM espero que vcs me entendam....abraços a todos

Pastor Jorge Albertacci disse...

A paz do SENHOR meus queridos! Quanto ao assunto em epígrafe, tenho a dizer que as Assembleias de Deus sempre primou por ser a Igreja mais aberta para o povo, bem como para as Igrejas co-irmãos, pois nela os irmãos de outras Igreja podem em visita participar da Santa Ceia e no caso de filiar à Assembleia de Deus, seu batismo é considerado, desde que seja por imersão e em nome da Trindade. Sempre foi assim, e isto posso afirmar sem dúvida, visto que nela estou há 55 anos desde minha conversão. A Assembleia de Deus jamais subestimou a doutrina bíblia e sempre primou sim pelos bons costumes. Até um incrédulo que for buscar socorro espiritual e encontrar no caso o pastor, sem camisa, ou de short, já na 1ª vista este não volta mais a esse pastor, ou a essa irmã que estiver trajada inadequada. Acima de tudo o equilíbrio, a equidade e a Santidade, mas a moral, os bons costumes, o respeito às famílias, jamais poderão ser preteridos em detrimento da Igreja do Senhor. De us 30 anos para cá com o advento do neopentecostalismo foi que apareceram o relativismo, a "contextualização" os triunfalista, dançarinos nas igrejas, Festas do Velho Testamento, Judaísmo, torcidas de futebol nas igrejas - e com isto, os bons costumes se esvaem do seio da igreja. Pr. Jorge Albertacci - www.pastorjorgealbertacci.blogspot.com.br - facebook.com.br Jorge Albertacci - e-mail: prjorgealbertacci@yahoo.com.br

Dc.Renato Dias Neto disse...

A paz do Senhor amados irmãos.Glória a Deus,muito interessante esse texto.Vale a pena ressaltar segundo Cristo que: Quem ensina o Cristão e o guia é o Espírito Santo de Deus como está escrito (Jo14.26)(Jo16,13) Logo,isso exclui totalmente o crédito do homem! Pois essa é uma das várias funções do Espírito de Deus.Infelizmente ao invés de levarmos uma vida de busca a verdade,na "ORAÇÃO",como o exemplo deixado pelo nosso Senhor Jesus Cristo,e um direito conquistado naquela cruz,quando o Véu foi rasgado,para que nós tivéssemos acesso direto ao trono do pai,pela Graça concedida através do nome de seu Filho,mas"Preferimos" buscar boas "universidades" para nos afirmarmos perante os Homens(VANGLÓRIA,JACTÂNCIA),O que também na época do Senhor muito se existia,Como Escribas,Fariseus e alguns sistemas filosóficos de sua época,vale a pena lembrar que não podiam chegar a Deus pois o espírito de Deus ainda não havia sido derramado."Quanto mais buscamos nos estudos teológicos de Hoje,menos nos fazemos dependentes do Senhor"!Como consequência, vivemos uma total apostasia e falta de amor, primeiro para com Deus,depois para com o próximo,fugindo totalmente do principal mandamento de Deus! Estamos vendo o Espírito de Deus sendo "trocado" por um diploma e um anel de doutor no dedo,para satisfação do ego humano.Como disse o pregador: "Vaidade tudo é vaidade" coisas de debaixo do sol.Busquemos as coisas do alto,pois a sabedoria terrena diz a palavra: É diabólica e animal,Deus é espírito se quisermos chegar a ele temos que estar em espírito,mas as coisas do Espírito são loucura para os que estão na carne,por isso preferimos o caminho da racionalidade,esquecendo que Deus é SOBRENATURAL! Despertemos,pois a experiência com Deus é individual,pois não vejo na bíblia,ninguém que tivesse chegado a Jesus de uma mesma maneira,apesar de sermos todos uma mesma matéria,Deus nos fez diferentes entre nós,assim como nossas digitais não se repetem, também nosso contato com o Senhor é individual,troquemos experiências de vida e cheguemos ao vinculo da perfeição em Cristo JESUS! A PAZ DO SENHOR IRMÃOS!