quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Entrelinhas 07: Crianças do Hamas, uma reflexão!

Esse vídeo mostra a educação infantil promovida pelo grupo terrorista Hamas. Infelizmente os "policitamente corretos" não fazem passeatas para protestar contra essa cruel violência.
Oremos por todas as crianças massacradas por loucos terroristas!

OBS: Uma das cenas mostra claramente crianças sendo usadas como "escudos". Simplesmente terrível!

6 comentários:

Marcelo disse...

Shalom Gutierres !

Este vídeo mostra, o quão longe o ser humano pode chegar. O mais incrível é que a mídia não vê, não mostra estas cenas terríveis. A palavra "HAMAS" [1] aparece no original em Gn 6.13 - e significa violência, ódio, ações malignas! É isto que estas crianças estão aprendendo ! Que o El Hanu ( D'us de toda misericórdia) liberte este povo !

[1] No hebraico, lê-se da direita para a esquerda, portanto fica assim: SMH ( Het, Mem, Sameach).

abraços, Pr Marcelo Oliveira - Consultor teológico do Programa Crescendo da fé - 105, 7 FM

Josélio disse...

O vídeo é mais uma prova do estilo de inimigo que Israel enfrenta deixo também esse link com outros vídeos esclarecedores que a grande mídia parcial oculta da população.

http://www.beth-shalom.com.br/busca/48&filter_by=rel_to_video&sort_by=title&sort_order=1

http://www.beth-shalom.com.br/videos/gaza01.html

http://www.chamada.com.br/videos/list/14

Josélio

Boa noite e boa sorte.

Gutierres Siqueira disse...

Marcelo, a paz!

Obrigado pelo comentário... Vemos então que a raiz da palavra Hamas já expressa sua ideologia. Lamentável!

Gutierres Siqueira disse...

Josélio, a paz!

Esses vídeos são a expressão do horror que a comunidade internacional não protesta!

Anônimo disse...

Belo texto do Rev. Ricardo Gondim;


O que penso sobre o massacre de Gaza
Ricardo Gondim


O povo palestino padece horrores.

Bertolt Brecht afirmou: "Do rio que tudo arrasta se diz que é violento, mas ninguém diz violentas as margens que o oprimem".
Quem conseguiria não reagir diante de grande opressão? Os palestinos vivem sem comida, sem o direito de ir e vir, sem trabalho, espremido numa faixa que mais parece um grande cortiço. Sim, há ódios antigos, mas eles reagem porque paz não existe sem justiça.

O governo de Israel promove um massacre absurdo sobre um povo geometricamente menos poderoso. Mas faz porque tem o respaldo dos Estados Unidos e conta com o silêncio corrupto dos países árabes.

A imprensa mundial está proibida de entrar na Faixa de Gaza. Quando Israel veta a imprensa mundial de testemunhar o que acontece ali, tudo fica muito suspeito. Será que o seu objetivo último não seria fazer uma limpeza étnica, ver-se livre de um povo que o odeia, sem ser denunciado pelo mundo livre?

Como sou líder de uma comunidade cristã, horrorizo-me com os evangélicos, que mais uma vez sustentam a leitura simplória da Bíblia que sempre fizeram. Para se manterem coerentes, apóiam um exército profissional numa carnificina sem precedentes. Tenho vergonha dos crentes! Já recebi e-mails celebrando as bombas como sinal da volta de Cristo (certamente eleitas pelo Divino), com direito a Aleluia, e acompanhados do mais abjeto chavão: "Deus está no controle"!

Sei de todos os argumentos, não sou ingênuo. Sobram explicações que legitimam o direito de um povo trucidar o outro. Os mortos das valas comuns, que entulham a história, foram enterrados com tais explicações. Para mim, basta um argumento, o de Jesus Cristo: "Vocês ouviram o que foi dito: 'Ame o seu próximo e odeie o seu inimigo'. Mas eu lhes digo: 'Amem os seus inimigos e orem por aqueles que os perseguem, para que vocês venham a ser filhos de seu Pai que está nos céus'" - Mt.5.43).

Violência só acrescenta ira ao ódio, para gerar mais morte. Não, não aprovo que os palestinos disparem foguetes, não concordo com o terrorismo (religioso ou de Estado), não faço vista grossa à ira fundamentalista islâmica que busca jogar Israel no meio do mar. Contudo alguém tem que quebrar o ciclo perverso da vingança. Sugiro que o mais forte comece. Só isso!

Soli Deo Gloria.

André

Anônimo disse...

Posição dos luteranos brasileiros
( IECLB)


Porto Alegre, 9 de janeiro de 2009

Prezados/as obreiros, obreiras e lideranças de comunidades e instituições da IECLB:

Ass.: Novo motivo de intercessão comum: Crise na Faixa de Gaza


Temos acompanhado, contristados, as notícias que nos vêm da Terra Santa, referentes à ofensiva de Israel na Faixa de Gaza, operação militar desencadeada em 27 de dezembro, em resposta a ataques do Hamas, que governa a Faixa de Gaza, com foguetes e granadas contra a população israelense. Como resultado registra-se o maior número de vítimas num conflito na região desde a Guerra dos Seis Dias, em 1967.

Os esforços diplomáticos internacionais protagonizados pela ONU, União Européia e pelos países mais influentes do Oriente Médio, em particular o Egito, por um cessar-fogo, até agora têm sido infrutíferos, seja por veto dos Estados Unidos na ONU, seja por rejeição de Israel ou também de parte do Hamas.

Através de declarações e orações, milhões de pessoas ao redor do mundo vem pedindo que Deus possibilite caminhos de diálogo e compreensão entre as partes, viabilizando uma paz duradoura com justiça e segurança para israelenses e palestinos. Em carta endereçada ao presidente da assembléia das Nações Unidas, o secretário geral interino do Conselho Latino-Americano de Igrejas (CLAI), P. Nilton Giese, lembra que “como cristãos e cristãs confessamos que ‘a mão do Senhor não está encolhida para que não possa salvar; nem surdo o seu ouvido para não poder ouvir’ (Isaías 59.1). Na graça de Deus, sempre há tempo para reconciliação. A reconciliação pavimenta o caminho para a paz. (...) Temos certeza de que o desejo do Deus da Vida é para que a Paz e a reconciliação proporcionem a construção de novas relações de justiça para os povos que vivem na Palestina”. Também o secretário geral da Federação Luterana Mundial (FLM), Ishmael Noko, em carta aberta, observou que “o bloqueio impôs sofrimento severo a toda a população civil de Gaza, enquanto nutria desespero e raiva, em lugar de promover uma atmosfera para negociações e paz”.

O governo brasileiro, por meio de notas divulgadas pelo Itamaraty, já afirmou que "deplora" a escalada militar em Gaza e considerou "desproporcional" a resposta israelense ao lançamento de foguetes por militantes do Hamas contra o território israelense. Um avião da Força Aérea Brasileira partiu do Rio de Janeiro, na sexta-feira (9), com cerca de 14 toneladas de alimentos e medicamentos. O destino será ajudar os afetados pelas operações militares de Israel na Faixa de Gaza. O Ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, estará viajando pela região em apoio aos esforços diplomáticos em favor de um cessar-fogo e do restabelecimento do processo de paz.

Também o Conselho Mundial de Igrejas (CMI), em carta de encorajamento às igrejas do Oriente Médio, assinada pelo secretário geral Rev. Dr. Samuel Kobia, assinala que a família ecumênica internacional, da qual a IECLB faz parte, ouve o clamor vindo daquela região e une-se em oração por todas as pessoas que vivem na terra natal de Jesus para que encontrem o caminho da paz prometido na mensagem do Natal. “Em conjunto com suas igrejas-membro, outras agências e parceiros ecumênicos, o CMI pede o fim das hostilidades e um novo compromisso pela paz. Esta paz deve incluir o respeito por parte de todas as autoridades às leis internacionais no que tange os direitos humanos, a ajuda humanitária e a proteção de civis em zonas de conflito”.

Como igreja de confissão luterana no Brasil, e atendendo a apelos da FLM e do CMI no sentido de intercedermos pela paz, unimos nossa voz e prece a todas aquelas pessoas que se debruçam num pedido de paz e entendimento orando:


Deus da misericórdia e da compaixão,
Da graça e da reconciliação
Derrama Teu poder sobre todas as pessoas no Oriente Médio.
Faz com que o ódio transforme-se em amor, o medo em confiança,
Desespero em esperança, opressão em liberdade,
Ocupação em libertação,
Que os confrontos violentos sejam substituídos por gestos de amor,
E que a paz e a justiça possam ser experimentadas por todas as pessoas.
Amém.
(Extraído de ‘Imagine Peace’, um recurso litúrgico do CMI)

Homero Servero Pinto
Pastor 1° Vice-Presidente e Pastor Presidente em exercício


ANDRÉ