sábado, 14 de fevereiro de 2009

Teologia da Prosperidade: Uma síntese!

O termo Teologia da Prosperidade foi criado para designar um ramo da cristandade que construiu sobre uma fraca base exegética e hermenêutica, conceitos distorcidos sobre o propósito da redenção efetuada por Cristo Jesus. Teologia da Prosperidade também é largamente conhecida como Confissão Positiva, Movimento da Fé, Ensino da Fé, Evangelho da Saúde e Prosperidade, Palavra da Fé e sociologicamente como Igrejas da Cura Divina, pós-pentecostalismo, pentecostalismo de terceira onda, iso-pentecostalismo.

Para aqueles que não são adeptos da Teologia da Prosperidade, mas ainda apresentam uma visão simpática sobre o movimento, recomendo que leiam a obra Cristianismo em Crise (CPAD) de Hank Hanegraaff. Hanegraaff é presidente do Instituto Cristão de Pesquisas dos EUA. Além dessa importante obra, recomendo outros livros como Heresias e Modismos (CPAD) de Esequias Soares; Super-Crentes, Evangélicos em Crise e Decepcionados com a Graça, todos da editora Mundo Cristão e de autoria do pastor Paulo Romeiro. Há ainda outras obras antigas e boas, como o Evangelho da Nova Era (Abba Press Editora) do Ricardo Gondim, O Evangelho da Prosperidade do batista Alan Pieratt (Edições Vida Nova) e Tempo de Refletir de Ariovaldo Ramos e Ricardo Bitun.

No Brasil, os principais pregadores da prosperidade são Valnice Milhomens, R.R. Soares, Edir Macedo, Robson Rodovalho, Cássio Colombo, Marco Feliciano, Jorge Linhares e outros. No mundo, o mais conhecido deles é o falecido Kenneth Hagin, além de Benny Hinn, Joyce Meyer, Oral Roberts, Kenneth Copeland, Glória Copeland, Moris Cerulo, Charles Capps, Paul (David) Yonggi Cho e outros.

É interessante ver que a maior parte dos estudiosos contrários a teologia da prosperidade são pentecostais. Vemos acima as indicações de livro do Romeiro, Gondim, Bitun, Soares e nos Estados Unidos temos Gordon Fee. Entre os maiores críticos temos não-pentecostais temos D. R. McConnell e Hank Hanegraaff, ambos simpáticos ao movimento pentecostal/carismático. Nesse assunto podemos ver como os pentecostais podem contribuir para a reflexão teológica no protestantismo, pois ainda temos uma tímida influência.

24 comentários:

Matias Borba disse...

Nobre Gutierres,
Paz do Senhor!

A cada dia que se passa vemos que a teologia da prosperidade alcança mais adeptos em seu "reino", isso se deva a falta de coragem de muitos em combater com mais veemencia este seguimento que leva ao ilusionismo teológico pessoas descompromissadas com as verdades de Deus.

Precisamos continuar a combater este mel para preservarmos a igreja em edificação e graça do Senhor!
deus abençoe!

Marcello de Oliveira disse...

Shalom!

1. Caro Gutierres, precisamos mais da prosperidade da TEOLOGIA, do que a teologia da prosperidade!

HaShem te abençoe, Pr Marcello

VINICIUS disse...

AMADOS irmãos qual a diferneça de ser pregador da teolgoia da prosperida e do triunfalismo?

silas malafaia
jabes alencar
tambem é são adeptos do triunfalismo também outra coisa. ja a exigencia do dizimo e da boa oferta ja é teologia da prosperidade
a muitos lideres da nossa assembléia de DEUS que frisa esta indice


abraços vinicius

Paulo Adriano Rocha disse...

Eu não sabia que se podia considerar O MF como adepto da TP, mas se você diz, tá dito. Rs. Eu só o ouvi uma vez e achei-o meio "fora da realidade". O evangelho de nossos dias está ficando muito complicado.
Também compartilho o comentário do Marcello: acho que o Triunfalismo (presente, especialmente, nas músicas cantadas em nossa igreja) é uma variante da TP e, espero (embora que não tenha muita fé), que um dia seja tirado de nosso meio e que o mundo possa ouvir através de nós o verdadeiro e salvífico evangelho.

Paz, Gutierres!

Paulo Adriano Rocha disse...

Corrigindo: me refiro ao comentário do Vinícius, não ao do Marcello, embora concorde com ele também.

Franciney disse...

Estou contigo Gutirres e acrescentaria ai tambem Ap.Estevão e a Bpª. Sônia, Ap. Waldomiro e tantos outros dos tele-evangelistas que enfatizam somente a prosperidade e o bem estar aqui na terra.

E atrevo a dizer que isso que eles pregam nem evangelho é é outra coisa menos o evangelho genuino, porque um evangelho que não anuncia a salvação, não pode ser chamado de evangelho, um evangelho que não confronta o pecado, colocando o mal somente vindo do diabo não pode ser chamado de evangelho e um evangelho que não fala de quebrantamento tambem não pode ser chamado de evangelho.

Por ultimo tambem vejo que o Vinicius está correto, Silas Malafaia e Jabes de Alencar, podemos colacar os dois dentro do mesmo liquidificador e bater que sai a mesma coisa, triunfalismo e prosperidade.

(Uma das maneiras de declararmos a diferença entre o novo e o antigo evangelho é afirmar que o novo preocupa-se por demais em "ajudar" o homem -criando nele paz, consolo, felicidade e satisfação- e pouco demais em glorificar a Deus) J.I. Packer

Fraternalmente em Cristo,

Franciney.

cincosolas disse...

Gutierres,

Acredito que a teologia da prosperidade (e sua irmã siamesa, a teologia do triunfalismo) são grandemente danosas ao evangelho. Se esse movimento continuar nesta crescente, o estrago será tal que levará décadas para nos recuperarmos.

Em Cristo,

Clóvis

Gutierres Siqueira disse...

Matias Borba, Marcelo de Oiveira, Vinicius, Paulo Adriano Rocha, Franciney e Clóvis.

Agradeço a participação de todos. Vamos aos pontos:

01. Realmente o triunfalismo é uma vertente venenosa da "teologia da prosperidade". Poderíamos chamar de algo mais light, porém tão pernicioso quanto! Infelizmente o triunfalismo invadiu os púlpitos pentecostais, sejam nas pregações dominicais, sejam nos ditos "hinos".
02. Sobre o MF como adepto da teologia da prosperidade, basta acompanhar as últimas mensagens dele e você verá até afirmações absurdas que "Jesus era rico"! Cada uma!

Marcos Vieira disse...

Gutierres e blogueiros, saúde e paz. Só pra não ficarmos reafirmando a mesma coisa, por favor, qual é essa posição ortodoxa a respeito da prosperidade? Por que se vamos criticar a TP e a TT, devemos colocar algo no lugar. Existe, portanto alguma relação entre fé e finanças? Afinal Deus pode ou não prosperar? O que se está criticando são os métodos da TP ou a crítica é mais profunda, a ponto de se afirmar (como os franciscanos) que a pobreza é uma virtude? Pois deixe-me dizer-lhes que os tradicionais (detesto esses rótulos) sempre afirmaram a prosperidade como benção de Deus. A fé, aliada a fidelidade traz prosperidade. (Que o digam os americanos). Cito ainda o clássico livro do Weber "A ética protestante e o espírito do capitalismo" onde ele afirma que o "modus vivendi" dos protestantes gerou acumulo de riquezas. Os extremos são perigosos. Evangelho sem prosperidade e vitória também não é o evangelho bíblico. É claro que essas palavras precisam ser bem definidas, mas o objetivo é apimentar um pouco a discussão do tema. Vamos pensar?

Gutierres Siqueira disse...

Pr. Marcos, a paz!

Você tem razão, precisamos de uma aprofundamento para não cairmos em extremos opostos.
Quando critico a "teologia da prosperidade" faço pelas diversas distorções que esse corrente traz, inclusive sobre ensinos relacionadas a redenção efetuada por Cristo.
Como isso não queremos aqui defender um "modo franciscano" de vida, onde o voto de pobreza é uma virtude. Não queremos também cair na "Teologia da Libertação" que afirma uma mentira quando diz que "Cristo fez opção (somente) pelo pobres desse mundo".
Podemos ser prósperos financeiramente. Eu particularmente estou me esforçando (trabalhando e estudando) para isso, assim como todos vocês. Só não podemos é "espiritualizar" a riqueza e "demonizar" a pobreza. Quantos ricos são convertidos ao Evangelho? Pouquíssimos! O índice de cristãos praticantes entre a elite paulistana é pequena, quase nada. Agora quando vamos para a periferia as igrejas estão cheias...
Mas também Jesus morreu pelos ricos e os mesmos precisam ouvir o Evangelho!
É claro que a prosperidade bíblica está mais relacionada a questões de caracter do que finanças.

pr. zwinglio disse...

Gutierres, paz!

.:

Quero dizer que concordo em gênero, número e grau com o pr. Marcos...

.:

Anônimo disse...

Olá todos!
Só não concordo que Joyce Meyer seja representante da teologia da prosperidade (apesar dela ser próspera, mas a maioria dos famosos pregadores evangélicos nos EUA são, incluindo o referencial, Billy Graham).
Joyce Meyer é bastante equilibrada na sua análise sobre fé e os dilemas da vida, não negando a realidade da limitação humana, da pobreza e da doença.
Vocês não podem concordar com tudo o que ela diz, mas o ensino dela é de boa qualidade e não nega a centralidade da mensagem do evangelho.
Gostei o que o Pr Marcello escreveu
"precisamos mais da prosperidade da TEOLOGIA, do que a teologia da prosperidade!"
Quanto ao Silas Malafaia e Jabes de Alencar: é dificil classificá-los. Silas ainda é bom pregador (menos teológico, mais destaca a vida prática), Jabes já é um tanto confuso e não segue uma linha clara. Agora os dois promovem o Mike Murdock, um tremendo de herege e sem dúvida uma aberração até para simpatizantes da teologia da prosperidade.
Um grande abraço a todos,
Matias

zwinglio rodrigues disse...

Gutierres,paz!!

Vai uma provocaçãozinha... se não for assim... acho que qualquer postagem minha por aqui... não é minha... -rsrs-

Você cita Gondim como um apologeta contra a TP.. e de fato ele foi... ou é...

Mas... não é ele um adepto da TEOLOGIA RELACIONAL?!!

Então:

Na sua opinião, quem é mais "herege"... Gondim ou Hagin?!!

Marcos Vieira disse...

Irmãos amigos, saúde e paz! Gutierres sempre acreditei em seu bom senso, minhas pequenas provocações são apenas um convite à reflexão. Nela, aprendemos juntos. "Edificando-nos mutuamente" como diz a Palavra. E saiba que eu estou sinceramente torcendo pelo seu sucesso profissional e ministerial, além é claro do espiritual e pessoal. Aproveito tbem para mandar um abraço ao Pr Zwinglio e desejar-lhe um tempo de vitórias e conquistas na batalha pelo Reino.
Bom, quanto ao tema gostaria de acrescentar que, apesar de muitos avanços, nós continuamos a dicotomizar a vida em: vida espiritual (ligada às atividades tidas como piedosas e tbem aquelas ligadas a Igreja-denominação) e vida secular (englobando todas as demais áreas da vida). O entendimento bíblico, pelo menos em minha opinião e de muitos outros cristãos, é de que TODA a nossa vida é santificada ao Senhor. Inclusive minhas finanças. Agora indo um pouco além, como a minha fé influencia a sociedade onde vivo? Por exemplo, qual a proposta cristã para a crise mundial? Existe uma resposta cristã para a miséria, para a pobreza, para a opressão? Não somente no aspecto assistencial (que é muito importante), mas também no aspecto estrutural da sociedade? Em suas dimensões política e social? São temas sobre os quais pouco nos debruçamos. Mas observe, os grandes reformadores tiveram o cuidado de produzir uma teologia social e uma práxis cristã frente as injustiças do mundo.No século XVIII John Wesley (talvez o primeiro líder pentecostal da era moderna), foi um homem de estudo da Palavra, de oração, de jejum, de evangelização, mas tbem de muita ação social. Visitava sistematicamente asilos, hospitais e presídios, levando conforto aquelas pessoas. Organizou assistência nos bolsões de pobreza ao redor de Londres, onde se concentravam uma grande parte dos operários desempregados das fábricas, criando uma bolsa de empregos que alcançou milhares daqueles homens. Lutou veementemente contra a escravidão na Inglaterra e influenciou um jovem, Wilbeforce, a levar adiante essa bandeira, que culminou com a abolição da escravatura. Qual a nossa resposta para os males sociais de nossa época? “Bíblia em uma mão e o jornal do dia na outra, senhores”. Depois gostaria de citar o pensamento social de Calvino. Por enquanto um abraço.

Gutierres Siqueira disse...

Matias, a paz!

Joice Meyer talvez não seja uma das estrelas principais dessa "teologia", mas alguns de seus livros soam triunfalismo...

Abraços!

Gutierres Siqueira disse...

Caro Zwinglio, a paz!

Não concordo com algumas posições teológicas e até políticas do pastor Ricardo Gondim, mas como você mesmo reconhece, ele foi (e ainda é) um combatente do “evangelho da saúde e prosperidade”. Quando Gondim fala sobre esse assunto, fico até maravilhado pelas sacadas dele extraídas das Escrituras para desfazer essa perspectiva doutrinária.
Portanto, seria uma atitude infantil medir “níveis” de heresia entre Gondim e Hagin. Sigo o princípio de examinar tudo e reter o que é bom, portanto nesse caso tenho retido muita coisa boa de Gondim, mas quase nada de Hagin.

Gutierres Siqueira disse...

Pastor Marcos, a paz!

Concordo que não podemos viver numa dicotomia sagrado versus secular, pois em tudo devemos glorificar a Deus.
Agora qual seria a perspectiva econômica baseada em uma cosmovisão cristã? Pergunta de difícil resposta. Seria o comunismo? Seria o liberalismo? Seria o neoliberalismo? Seria a social-democracia? Com essas opções a resposta torna-se dificílima.
Eis uma boa reflexão e a resposta para essa questão nunca será compartilhada por toda a cristandade. Mas devemos buscar uma resposta...

zwinglio rodrigues disse...

Gutierres, paz!!

"tenho retido muita coisa boa de Gondim, mas quase nada de Hagin."

.:

É exatamente isso que venho lhe dizendo ao longo dos nossos debates...

Alguma coisa de bom costuma vir de Nazaré... sim... Hagin e Gondim são nossos irmãos...

.:

Agora, a TR de Gondim é tão controversa [ou mais]... quanto a TP.. mas você só desce a lenha em Hagin e nada em Gondim por causa de preferência pessoal...fala a verdade pra nós...

Abraços!!

Felipe Huvos Ribas disse...

Gutierres, como era a economia de Israel? Será que, analisando como era a economia de Israel, não teríamos uma idéia de como deveria ser a economia atualmente?
(obs: pergunta referente ao seu último comentário)
(obs2: estou sendo realmente sincero nas perguntas, gostaria de uma resposta para elas).
Abraço, Deus te abençoe.

Gutierres Siqueira disse...

Felipe Hugos, a paz!

A aplicação econômica do Israel Bíblico não é possível nos dias atuais. Isso por várias razões:
01. Israel era uma nação que trabalha com pecuária e agricultura. Hoje somos urbanos e trabalhamos mais com serviços.
02. Israel não trabalhava na lógica capitalista, nem com mercados financeiros. Tudo isso é muito recente.
03. Naquela época não existia globalização, nem comunicação de massa etc.
04. O governo de Israel era teocrático, e a maioria dos governos ocidentais são democráticos.
05. Por último, vivemos em contextos sociais, econômicos e culturais muito diferentes.

PS: Apesar disso, que fico claro que a nossa economia deve estar pautada nossos princípios bíblicos.

Abraços!

Felipe Huvos Ribas disse...

Obrigado pela resposta Gutierres. Pensando bem, lendo a sua resposta, acho que eu estava é com "preguicite" de pensar (pelo menos eu deveria ter lembrado dessa parte que a economia envolvia bastante pecuaria e tal). Falando nisso, eles utilizavam algo como dinheiro, como peças de prata ou de ouro, por exemplo?
Abraço, Deus te abençoe.

Marcos Vieira disse...

Gutierres e blogueiros, saúde e paz!

Desculpe estar insistindo nesse assunto, mas o tema é interessante. Não obstante, é impossível tratá-lo de forma superficial. Nosso Evangelho em terras tupiniquins ainda limita-se ao individual. Herança da Era das Missões. No entanto o amadurecimento cristão, como já ocorreu em muitos países, exige um outro passo: a abrangência social desse mesmo Evangelho. A lógica é simples: Se muitos indivíduos estão verdadeiramente se convertendo; se esses indivíduos possuem uma dimensão social; logo teremos uma sociedade eivada de conceitos e valores cristãos. Isso na cultura, na educação, na saúde, etc e tbem na economia. Qual o modelo a ser adotado pelos cristãos? Liberalismo, neo-liberalismo, comunismo, outro? Nenhum deles, ou mehor, tanto faz. Desde que sejam regidos pelos princípios e valores do Reino. Quais são esses valores? É exatamente aqui que entra a tarefa do teologizar. Extrair esses valores sem comprometer a doutrina. Tarefa árdua e pouco valorizada. Existe uma turma boa (a maioria é de origem reformada) que defende uma teoria chamada "TEONOMIA". O Solano escreveu algo a respeito deles no Tempora. Há muitos escritos de teonomistas falando sobre economia e política, função do governo civil, etc à Luz das Escrituras e dos Mandamentos de Deus. Gente séria e dedicada. Embora não concorde plenamente com eles, respeito-lhes o trabalho e dele extraio muita coisa boa. O Felipe Sabino criou um site somente com textos de famosos teonomistas. Vale a pena conferir. Ele toca também nessa questão do Israel bíblico. Sobre sua resposta ao Felipe me parece que todos os argumentos constituem justamente a tarefa hermenêutica, a saber: vencer as diferenças de tempo e cultura, para extrair os eternos valores da Lei da Deus. Distinguir o que temporal do que é eterno. O que é norma do que é princípio. Agora deixa eu defender minha terrinha (rsrsrs). Dizer que nossa economia é urbana, industrial e de serviços. Vocês precisam vir mais ao interior. Desde o que se come, passando pelo que se veste, indo até o combustível que se usa (álcool) Tudo está no agronegócio. Tem gente que não sabe, mas o Rio Tietê aqui no interior, é limpo, enorme (não se consegue ver a outra margem) e piscoso (cheio de peixes). Pois é meus irmãos, a geografia influencia a teologia. (rsrs) Abs.

Felipe Huvos Ribas disse...

Interessante sua resposta Marcos.
Deus te abençoe.

Marcos Vieira disse...

Valeu Felipe! Deus grandemente o abençoe. Abs.
Marcos