sábado, 25 de abril de 2009

Despenseiros dos Mistérios de Deus (Segunda Parte)

Subsídio para Lições Bíblicas (CPAD). Nesse trimestre o assunto é: I Coríntios- Os problemas da Igreja e suas Soluções. (Segunda Parte)

03. Ministros dos Mistérios de Deus

A palavra mistério aparece freqüentemente no Novo Testamento. No contexto da epístola paulina aos coríntios essa palavra pode ser entendida como o evangelho, que já é uma parte desse mistério desvendado. Portanto, os mistérios de Deus já foram obscuros no passado, mas agora já não são. Essas verdades não estavam compreendidas na história do Antigo Testamento, mas Cristo tudo relevou sobre as doutrinas maravilhosas da redenção e do glorioso futuro da igreja. Agora, o evangelho é somente uma parte de mistério que será totalmente desvendando na eternidade. Então, “ministros dos mistérios” podem claramente ser entendidos como os “proclamadores das boas-novas de salvação”, e não pessoas especiais dotadas de verdades inaccessíveis aos mortais.

04. A Avaliação dos Ministros de Cristo (I Co 4.3-5)

4.1 O juízo dos outros (v.3)

Paulo estava sendo julgado injustamente por muitos membros da igreja em Corinto. O juízo alheio precisa ser acatado com moderação, não rejeitando completamente por humildade e avaliando bem e criticamente o que se tem dito. Paulo era ciente das críticas, mas via que as mesmas não tinham nenhuma base sólida. O apóstolo também compreendia que os falsos julgamentos terrenos não são sustentáveis diante do Juízo de Cristo.

4.2 O juízo próprio

Paulo era crítico de si mesmo. Sabia que os seres humanos tendem a defensiva e posam como coitadinhos em qualquer situação. Portanto, o apóstolo não era refém de seu auto-conceito positivo.

4.3 O juízo de Deus

O mais importante dos juízos é o de Deus. Os juízos do Senhor estão em sua Palavra e assim todos os ministros deveriam ser avaliados. O parâmetro maior para considerar um ministério legítimo está nas Sagradas Escrituras.

05. O Juízo do Tribunal de Cristo

Todos os salvos passarão pelo Tribunal de Cristo. Esse tribunal não tratará sobre salvação, mas sim sobre as obras feitas ou não feitas de cada salvo.  Trata-se de recompensas aos trabalhadores da vinha do Senhor. Portanto, toda motivação e métodos nas obras efetuadas por cristãos serão avaliados pelo Senhor, justo juiz.

Conclusão

Cada obreiro tem uma missão muito específica, que é proclamar o Evangelho de Cristo. Essa pregação deve estar associada como um caráter santo e serviçal, cultivando sempre o desprendimento pela obra com humildade e responsabilidade.

OBS: Leia a primeira parte logo abaixo!

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