sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Lição 11- O amor a Deus e ao próximo (Subsídio 02)

Caro professor,

Cabem algumas perguntas nessa aula de domingo na Escola Dominical. Como o tema é sobre o amor, você pode levantar as seguintes questões, propostas pelo teólogo francês Jean- Yves Lacoste:

Se Deus se revela ao homem como amor, ágape (I Jo 4.8), isso implica que ele se faz conhecer pelo amor: conhece-se a Deus amando-o e amando seu próximo. Porém o homem também tem uma experiência de amor independente do amor de Deus: ama-se a si mesmo, buscando sua felicidade, ama o outro por inclinação, desejo ou paixão. Trata-se de duas espécies de amor radicalmente distintas e incompatíveis? Ou, então, o amor de Deus pressupõe, para se compreendido pelo homem, o amor propriamente humano? O amor inspirado pela graça- caridade- é a transformação do amor natural, ou exige a ruptura completa com ele? Para responder a essas questões, é preciso saber o que é o amor em si mesmo: busca da satisfação de si pela posse do outro, ou, ao contrário, espoliação de si, êxtase? [1]

Portanto, pesquise junto com seus alunos e construa as respostas com eles.


Referência Bibliográfica:

LACOSTE, Jean Yves. Dicionário Crítico de Teologia. São Paulo: Edições Loyola e Paulinas, 2004. p 109.

Um comentário:

Ensino,religião e política. criticas. disse...

Coisa que não damos valor.

O que seria esta coisa a qual não damos valor.
A explicação é bem simples, existe um Deus único o qual somos dependentes. Dizem os que acreditam que ele nos protege, nos orienta e nos encaminha pela vida. A maioria acha que estando com Deus não necessita de mais nada, tudo está resolvido.
Fazendo minhas reflexões cheguei á seguinte conclusão existe uma coisa superimportante que nos ajudam a viver, as quais somos seus dependentes. Atentem para isso, nós seres humanos não podemos viver nossas vidas sem a presença dos nossos semelhantes, pois ninguém se basta a si mesmo. Nós sempre estaremos dependendo uns dos outros, isso é facilmente entendível. Só que nós não damos o devido valor ao nosso próximo, se esquecendo o que ele representa para nossa sobrevivência. Eu poderia enumerar aqui, quem precisa de quem, mas isso é desnecessário, pois todos sabem qual o tamanho da importância dos nossos semelhantes. Salvo as raras e honrosas exceções, nós não conseguimos dar-lhes o valor merecido porque somos impedidos pelo nosso egoísmo. Hipocrisia, falsidade, individualismo, maledicência e muitos outros defeitos os quais são heranças malditas enraizadas no nosso intimo. Nós humanos principalmente os religiosos Dão uma tremenda importância a Deus e se esquecem que nossos semelhantes são nossos irmãos, portanto são filhos de Deus e merecem o todo nosso respeito, nós não podemos tratar bem o pai e esquecer os seus filhos. Vamos gente: vamos distribuir melhor nossa atenção, nosso amor e nossa solidariedade.
Sendo assim os que adoram a Deus sobre todas as coisas, procure amar o seu próximo como a ti mesmo, de verdade não da boca para fora com falsidade, sobretudo, dar-lhe a importância merecida, pois ele é tão importante quanto Deus. Se nós ficarmos isolados neste planeta nem Deus poderá nos salvar. A vida só é possível quando estivermos vivendo em grupos, tribos, comunidades ou nações, não há como viver isoladamente.
Paulo Luiz Mendonça. Autor do livro, Crônicas, indagações e teorias. Editora Scortecci.