terça-feira, 13 de outubro de 2009

Que horror! Eu não quero ser “progressista”

Se para ser “progressista” eu preciso defender uma relativização dos valores, então estou fora dessa. Que progresso pode se sustentar na areia movediça das fluídas ideias humanas?


Se para ser “progressista” eu preciso renunciar o essencial do Cristianismo: que é a própria pessoa de Jesus, o caminho, a verdade e a vida. Então eu mergulho em outra praia.


Se para ser “progressista” eu preciso renunciar a liberdade, em nome das ditaduras estatais, que estabelecem uma cartilha marxista para padronização de uma suposta “comunidade” . Nossa! Estou completamente fora disso.


Se para ser “progressista” eu preciso defender o aborto, enquanto salvo as baleias... Ah, não! Isso já é demais. As lindas crianças são melhores do que baleias, pois são a Imago Dei.


Se para ser “progressista” eu preciso aderir ao politicamente correto, que odeia carnes e batatas fritas, e que sempre encontra palavras bonitas para situações feias... Ah, isso já é brincar com meu estômago.


(Continua)

4 comentários:

S.O.S Gospel disse...

Salvar as baleias e alimentar os animais na rua... é triste!

sandre disse...

O mundo pós-moderno gosta de ser progressista diante das cameras, e esquece do ser-humano em suas atitudes.

zwinglio rodrigues disse...

Gutierres, paz!

Ser progressista é ser ambivalente... e aí...

zwinglio rodrigues disse...

Gutierres, paz!

Ser progressista é ser ambivalente... e aí...