sábado, 31 de outubro de 2009

Reforma Protestante hoje e o pentecostalismo hoje

O pentecostalismo é uma extensão da Reforma Protestante. Os pentecostais, com a ênfase na contemporaneidade dos dons espirituais, levam no seu cerne o lema de “uma igreja reformada está sempre sendo reformada”. Agora, é necessário que a igreja passe por uma nova reforma, uma renovação doutrinária e na sua espiritualidade.

A doutrina e a espiritualidade contemporânea vão mal, muito mal. As doutrinas essenciais são relegadas ao descaso. Hoje, por exemplo, igrejas não se preocupam em alianças com um grupo religioso que nega a doutrina da Trindade, como o grupo Voz da Verdade. Há inúmeras igrejas que pregam uma espiritualidade superficial, não levando para uma verdadeira transformação, mas sim na vivência de espetáculos humanos nos cultos shows.

Quando vejo anúncios, tais como: “grande culto de avivamento em igreja tal”, “Deus derramou de seu poder na igreja x”, “ontem foi uma noite muito especial de poder”, vejo que a maioria desses anúncios não passam de uma retórica vazia, pois confundem o emocionalismo humano com o poder divino.

Os pecados dos tradicionais

Infelizmente, os tradicionais perdem a cada dia a sua relevância. Muitos, preocupados em manter as tradições herdadas pelos pais, ficam estagnados pela falta de diálogo em pontos não essenciais. Dizem “sou calvinista”, “sou dicotômico”, “sou pós-tribulacionista”, “sou cessacionista” e “não me relaciono com quem pensa diferente”. É uma atitude no mínimo beligerante.

Dessa forma, muito tradicionais fecham-se em uma redoma de ouro da acomodação e sempre estão prontos para uma defesa, e nunca para a atitude. Isso reflete até na evangelização. Enquanto os pentecostais sobem morros e desbravam os sertões, os tradicionais continuam no conforto dos bairros de classe média alta dos grandes centros.


Os pecados dos pentecostais

Os chamados “pentecostais clássicos” continuam presos aos velhos problemas, como liderança com pouco conhecimento bíblico, legalismo, burocracia institucional, politicagem eclesiástica etc. Mergulhados nesse patamar nada honroso, ficam só na lembrança de um passado glorioso e bonito.

Por isso, nesses dias muitos pentecostais estão neopentecostalizando, adotando práticas supersticiosas e enganosas. Além disso, abraçam doutrinas que jamais seriam adotadas com uma leitura bíblica mais séria.

Os pecados da “terceira via”

Alguns, indignados com pentecostais e tradicionais, resolvem prover uma revolução. Em busca no novo, revestem o velho com capa contemporânea. Abraçam sem nenhuma dificuldade aquilo que o cristianismo histórico sempre rejeitou. Não demora muito, para o pessoal da “terceira via” ser coabitado pelos modismos contemporâneos, como o “politicamente correto”, por exemplo. Ora, são pessoas que descobriram como a última bolacha do pacote, as velhas doutrinas da “Teologia da Libertação”, “Teologia do Processo”, “Existencialismo”, “Relativismo” etc.

Resta esperança

Portanto, diante desse quadro, resta somente esperança de um momento melhor. Um protestantismo espiritualmente sadio, doutrinariamente forte e relevante para a sociedade do Século XXI. Portanto, nesses 492 de Reforma Protestante, temos o que comemorar diante da consciência de uma nova e constante reforma.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Lição 05 - Davi e sua Equipe de Liderados

Subsídio escrito pela EQUIPE DE EDUCAÇÃO DA CPAD

Texto Bíblico: 1 Crônicas 11.10-12, 20, 22,24,25

Quem lidera influencia pessoas à sua volta. A capacidade de envolver as pessoas em projetos, trabalhos e fazer com que elas cheguem ao fim desejado são uma forma adequada de influenciar.


Líderes segundo o coração de Deus não escolhem a si mesmos. São escolhidos por Deus. Não podem ser usados por Deus aqueles que se autoproclamam escolhidos por Deus sem que Deus os tenha escolhido. Davi não buscou ser ungido de forma forçosa ou por meios políticos. Nem o poderia. Ele era um pastor de ovelhas, sem conhecimento de ninguém na corte.


No capítulo 11 de I Crônicas relata que o rei Davi prosperou em seu reinado. Por quê? “E ia Davi cada vez mais aumentando e crescendo, porque o Senhor dos Exércitos era com ele”.


Entre os traços de um líder segundo o coração de Deus encontramos a prudência. Isso implica ter comedimento em tudo o que se faz. Após ter matado o gigante, Davi é louvado pelas mulheres e atrai o ciúme de Saul. O rei o temia não porque o moço havia matado um gigante, mas porque “o Senhor era com ele”. Saul não podia suportar o fato de o Senhor estar com Davi, de forma que o afastou de si, colocando ao seu comando mil homens. Davi deveria fazer operações militares com aquele grupo. O objetivo de Saul era claro: colocar Davi em situações arriscadas para que morresse. O problema de Saul reside no fato de que Davi tinha êxito em tudo que fazia, e se conduzia com prudência. Não era afoito em suas decisões. Avaliava tudo cautelosamente, procurando sempre o melhor caminho. Ele esperava que Deus o orientasse sempre. Ser prudente foi tão importante para Davi que em todas as ocasiões em que Saul buscou eliminá-lo, Deus o livrou.


Ouvir é muito difícil. É uma habilidade que poucas pessoas possuem, mas que é igualmente importante para a liderança, e que deve ser desenvolvida. Davi foi beneficiado por ouvir Abigail (1 Sm 25.32-34). Se não fosse aquela mulher, ele teria feito justiça com as próprias mãos. De que adiantaria poupar a vida de Saul na caverna de Adulão e matar Nabal depois? Davi deixaria de incorrer em um erro para dar vazão ao mesmo erro, mas em outra ocasião e com outra pessoa. Mas por saber ouvir, não manchou suas mãos com sangue inocente.


Manter sob controle um grupo de pessoas de bem não é muito complicado. Temos leis em nossa cidade que fazem o papel limitado de nossas atitudes em relação ao nosso próximo, e o histórico de quem lideramos nos permite avaliar o potencial de cada um ao longo do tempo. Mas o que dizer de liderar um grupo de pessoas atribuladas? Junte em um ambiente hostil, dentro de uma caverna, 400 homens desgostosos da vida, que fugiram de sua terra por dívidas contraídas e não quitadas e outros assuntos não resolvidos. Esses eram homens que não pensariam duas vezes em puxar uma arma para se defender. Ei aí a companhia que Davi teve quando fugiu de Saul ( 1Sm 22.2).


Esses eram homens que Deus deu a Davi para liderar. E Davi o fez com maestria. Ele fez com que esses homens tivessem um senso de companheirismo e devoção a Deus. Quando estavam na caverna de Adulão, ele teve a oportunidade de se livrar de seu maior inimigo (Saul), mas não o fez, O melhor disso é que Davi inspirou tanta confiança em seus homens que os convenceu a não matarem Saul. Apenas um líder influente modifica o comportamento de seus companheiros no calor de uma suposta oportunidade de beneficio e finalização de problemas.


Bibliografia:


COELHO, Alexandre. et. al. Davi, As Vitórias e as Derrotas de um Homem de Deus. Rio de Janeiro: CPAD, 2009.


DEVER, MARK. A Mensagem do Antigo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2008.

Perguntas que merecem respostas!

Nessa sexta-feira os jornais anunciam o fim da recessão nos Estados Unidos. Será que é um efeito das doações de Morris Cerullo?

Pesquisa recente do Instituto Análise indicou que 70% dos entrevistados acham que o “bispo” Edir Macedo “usa o dinheiro da Universal para enriquecer”. Esse percentual é 57% entre os evangélicos. Será que o pEdir Maiscedo é um cara de credibilidade?

Inventaram por aí um ministério da gravação de CDs. Alguém pode indicar o versículo bíblico que dá base para o mercantilismo gospel?

Forró é o que não falta em reuniões “avivalistas”. Alguém pode responder por que é necessário um forrozinho para embalar o reteté? E por que não existe reteté sem forró? Será que a chamada “dança no espírito” não é na verdade uma dança movida simplesmente por essa música altamente embalada e emotiva?

Algumas pregações são na verdade gritos. Deus é surdo ou o povo é surdo, ou ainda o pregador é surdo? Por que um “culto” precisa de um barulho de estádio de futebol? Os “cultos” passam no teste dos decibéis?

Muitos são os vereadores, deputados e senadores evangélicos. Qual o grande projeto social dessa turma, além de concessões de rádio e televisão para as respectivas denominações?

Pastores brigam por grandes igrejas e disputam violentamente a presidência de convenções. Alguns ainda lutam contra os verdadeiros inimigos do cristão, chamados de carne, mundo e diabo?

Há uma verdadeira exaltação de alguns pregadores que não agem como outros, segundo as palavras deles. Há certamente muita humildade, não é verdade?

Por favor, agora é hora das respostas.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Santidade ou santorrice?

Em nome da santidade eu já ouvi absurdos. Um menino brincar com bolinhas de gude, uma menina andar de bicicleta, uma irmã cortar os seus cabelos, um rapaz jogar futebol, um senhor vestir bermudas, uma senhora pintar os cabelos, uma garota usar uma calça feminina, um homem usar barba etc., tudo isso já falaram e classificaram como um gravíssimo pecado, principalmente no decorrer da história evangélica no Brasil. Certamente, toda essa distorção distancia os cristãos da verdadeira santidade.


Há que admire os que vivem nesse completo estado de ascetismo. Porém, todo ascetismo é abominável, pois nega a humanidade de um indivíduo, humilhando-o segundo convenções humanas. Além disso, o ascetismo não afasta pecado, mas muito pelo contrário, ele atrai outros pecados tão perigosos como arrogância, hipocrisia, mentira, falsidade, legalismo etc. O pior é que tudo isso está baseado em uma leitura errada da Bíblia. Ou seja, cegos conduzindo cegos.


Portanto, há diferenças entre buscar a santidade e a santorrice!

domingo, 25 de outubro de 2009

Uma admissão da falência moral

Lendo o blog do Júlio Severo, me deparei com um artigo escrito pela norte-americana Hilary White, intitulado Líderes evangélicos e católicos dos EUA perguntam: Por que adiar o casamento e convidar o pecado sexual e a solidão? Fatalmente fiquei preocupado após ler esse texto, pois é a pura admissão de nossa falência moral.

White faz uma apologia do casamento precoce como um meio de evitar os pecados da sexualidade. É fato que o casamento é um meio de expressar legitimamente os impulsos sexuais. Paulo recomenda aos que “não tiverem domínio próprio” (NRSV) para casarem, pois é melhor do que viver na prática do pecado (I Co 7.9). Mas isso não significa a opção mais apropriada para o cristão. Pois o sublime do homem cristão é ter o domínio próprio, como o próprio Paulo escreveu em outras epístolas (Gl 5.22, Rm 8).

Então, quando evangélicos e católicos fazem uma campanha como essa, simplesmente estão demonstrando a completa fraqueza moral do cristianismo hodierno. Em lugar de promoverem os princípios da moderação e da temperança, os cristãos buscam atalhos nessas campanhas (no mínimo vergonhosa) que atingem a superfície do problema e não a sua raiz. Seria o mesmo que promover a pintura de uma casa condenada pelos alicerces podres.

Casamento não é remédio para sexualidade doentia

Uma leitura apressada do texto de I Co 7.9, desprezando todo o contexto de “mortificação da carne” apresentada no Novo Testamento, leva muitos a acreditarem que o casamento é uma espécie de paliativo para os impulsos sexuais descontrolados. Se assim fosse, não existiria adultério, ou homens casados viciados em toda sorte de pornografia.

O cristão precisa aprender a mortificar a sua carne, cultivar a temperança e assim viver uma vida santa diante de Deus. Se 90% dos jovens evangélicos quebram os laços da castidade, isso é realmente falência moral, mas a solução não está nos remendos, e sim nos princípios bíblicos incutidos no coração do crente. Esse é realmente o caminho mais difícil, porém é correto e digno.

O psicoterapeuta protestante Antônio Tadeu Ayres escreve:

O casamento em idade precoce do jovem, para a preservação de sua pureza sexual e, em detrimento de sua formação intelectual, constitui apenas uma solução paliativa e um adiamento do problema, que se manifestará, com consequências ainda piores, numa idade mais madura [1].

Como não concordar com Ayres? A prática do dia-a-dia nos mostra essa superficialidade do casamento precoce para preservação da sexualidade na juventude.

As infelizes consequencias de um casamento imaturo

Queira ou não, vivemos em uma sociedade competitiva, que demanda dos jovens esforço e determinação nos estudos e no trabalho. Isso em si não é nenhum mal. O trabalho é dignificante e foi inventado por Deus no Éden (Gn 2.15). Portanto, precisamos de qualificação profissional e acadêmica. O casamento pode ser um empecilho para um dos cônjuges nesse processo. Será que é bom para um casamento que o casal se veja somente nos domingos, por causa da alta demanda de trabalho e estudo durante a semana? É claro que não. Pior ainda é se o casal já tem um filho. A educação da criança ficará comprometida.

Outra questão é que muitos jovens não estão preparados racionalmente e emocionalmente para a grande responsabilidade que é um casamento. Conheço jovens que casaram sem emprego, nem casa própria, nem com os estudos em andamento. Isso é ou não uma grande irresponsabilidade?

Conclusão

Portanto, sejamos prudentes antes de recomendar o casamento precoce. O mais importante é cultivar o fruto do Espírito, tendo uma vida moderada e com domínio próprio. Agora, se o cristianismo contemporâneo está falido em sua moralidade, não é por meio dessa campanha que as coisas resolverão. Isso só mostra até que ponto chegamos!

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Morre Ruth Doris Lemos


Hoje, morreu Ruth Doris Lemos, uma mulher extraordinária, que desafiando o tempo e o atraso, implantou com o seu esposo, o Pr. João Kolenda Lemos, a primeira escola teológica das Assembleias de Deus no Brasil. Leia mais nesse link.

Lição 04 - Davi e o Tempo de Deus em Sua Vida

Subsídio escrito pela EQUIPE DE EDUCAÇÃO DA CPAD

Leitura Bíblica em Classe

1 Sm 24.6

Do ponto de vista Teológico, toda a discussão que envolve a questão de “tempo” é muito importante, sobretudo quando se sabe que há abundantes menções da expressão em toda a Bíblia, principalmente relacionada ao cumprimento de determinadas profecias (Jr 31.1; 33.15; 46.21; 50.4,27, 31, etc.). É o que se conhece como “tempo de Deus”, ou seja, o momento em que o Eterno realizará o cumprimento de determinada promessa. Em sentido pleno, todo o tempo pertence a Deus, pois Ele não apenas o precede (Is 43.13; Dn 7.9), transcende (Sl 90.4), mas também o criou (Gn 1) e domina (Sl 74.16), entretanto, quando se fala em “tempo de Deus, o que se quer assinalar é a sua intervenção direta em ocasiões especificas (principalmente as vaticinadas e preditas), as quais demonstram de maneira explícita sua soberania. Poderia, com razão, se perguntar; “Há algum momento, por mais fortuito que seja, que escapa à sua soberania?” Evidentemente que não!

Davi contrariou a regra humana da impaciência é preciso que admiremos ainda mais a sua biografia, pois ele esperou com paciência (Sl 40.1), Sendo perseguido por aquilo que via (o trono de Israel ocupado, visivelmente por alguém caído), e isso é um problema para o ser humano (Rm 8.24). Acredito até que Davi foi ungido aos 12 anos, a “espera dos dezoito anos” é absolutamente normal, mesmo porque não havia condições humanas (não divinas ou sobrenaturais) de ele ser respeitado como líder da nação. Se o Eterno fizesse Israel aceitá-lo nesta época, com certeza o comportamento da maioria seria semelhante ao de Golias que certamente pensou: “Mandaram uma criança? Não tem um homem para lutar comigo?”.

Davi esperou o “tempo de Deus” porque sabia que tal momento aconteceria em sua vida, não como algo independente e à parte de seu livre-arbítrio, mas como o cumprimento do propósito de sua existência; “Pois possuíste o meu interior; entreteceste-me no ventre de minha mãe. Eu te louvarei, porque de um modo terrível e tão maravilhoso fui formado; maravilhosas são as tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem. Os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui formado e entretecido como nas profundezas da terra. Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe, e no teu livro todas estas coisas foram escritas, as quais iam sendo dia a dia formadas, quando nem ainda uma delas havia” (Sl 139.13-16). Eis o sentido da existência para o judeu: executar o projeto de Deus para a sua vida.

Bibliografia:

GONÇALVES, José. et. al. Davi, As vitórias e as Derrotas de um Homem de Deus. Rio de Janeiro: CPAD, 2009.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Equilíbrio!

Os cristãos precisam cultivar o equilíbrio. Aliás, equilíbrio é uma virtude cristã, pois nunca devemos nos refugiar nos extremos.

- Cessacionismo é extremo, assim como o “reteté”.

- Legalismo é extremo, assim como a libertinagem.

- Anti-intelectualismo é extremo, assim como o academicismo sem vida.

- Emocionalismo é extremo, assim como a racionalidade inflexível.

- O ceticismo é extremo, assim como a credulidade cega e ingênua.

- Calvinismo é extremo, assim como o arminianismo.

Precisamos de equilíbrio...

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Honestidade exegética e os cessacionistas

Leia em itálico um trecho do texto de Vincent Cheung, teólogo reformado, que comenta sobre cessacionismo e a falta de honestidade exegética e hermenêutica:

Recentemente, ouvi um sermão sobre a abordagem bíblica ao crescimento da igreja por John MacArthur. Ele insistiu que os métodos de crescimento de igreja que são baseados em teorias de negócio e marketing são perversos e destrutivos. Antes, ele propôs que os cristãos deveriam retornar a Atos dos Apóstolos, visto que ali o método modelado pelos primeiros discípulos é apresentado. Ele não se referia a algum modelo do Novo Testamento num sentido geral, mas foi inflexível que devemos seguir o Livro de Atos.

Então, no curso do sermão, ele ofereceu cinco princípios que tinha derivado: A igreja primitiva tinha 1) Uma mensagem transcendente, 2) Uma congregação regenerada, 3) Uma perseverança resoluta, 4) Uma pureza evidente, e 5) Uma liderança qualificada. Contudo, qualquer expositor honesto deveria ter adicionado, 6) Um ministério de falar em línguas, curar coxos, ressuscitar mortos, expelir demônios, destruir mentirosos, romper prisões, sacudir casas, amaldiçoar feiticeiros, ter visões, predizer o futuro e realizar milagres. Todas essas coisas são registradas no Livro de Atos, não são?

Sem dúvida, eu não esperava que MacArthur se embaraçasse com a verdade. Sabendo que ele é um cessacionista extremo, esperava uma menção desse item antes de rejeitá-lo, mas nada foi dito. Ele nem mesmo o mencionou. Mas eu pensei que deveríamos retornar ao padrão no Livro de Atos. Qual Livro de Atos ele estava lendo? Esse é o campeão da pregação expositiva que tantos cristãos adoram? Mas eu pensei que a pregação expositiva compeliria o pregador a abordar tópicos com os quais ele não se sente confortável, e apresentar o que ele poderia achar difícil de aceitar. O que aconteceu com isso? [1]

[1] “Cessacionismo e o Falar em Línguas”. Suplemento ao Comentário sobre 1 & 2 Tessalonicenses. Tradução: Felipe Sabino.

Quatro dos mais importantes vereadores evangélicos de São Paulo são cassados

Marta Costa (Assembleia de Deus do Belém), Carlos Apolinário (Assembleia de Deus de Madureira), Carlos Alberto Bezerra Júnior (Comunidade da Graça) e Dalton Silvado (Igreja Presbiteriana) estão entre os trezes parlamentares cassados pela justiça paulista

A Justiça Eleitoral cassou trezes vereadores da cidade de São Paulo, nessa segunda-feira. Entre eles, estão aqueles que foram votados como representantes dos evangélicos. O juiz condenou esses políticos pelo recebimento de doações ilegais, advindas da Associação Imobiliária Brasileira (AIB), na campanha de 2008. Todos vão recorrer da decisão, porém, se mantida, os vereadores ficaram três anos inelegíveis.

O que alegaram os nobres irmãos? Perseguição do diabo? Perseguição da imprensa? Ou uma conspiração mundial? Esperamos que eles encontrem boas justificativas diante da justiça para mostrar a real inocência.

Segundo a justiça, a vereadora Marta Costa recebeu 180 mil reais em doações, Carlos Bezerra recebeu 100 mil, Carlos Apolinário recebeu 200 mil e Dalton Silvano recebeu 100 mil. A vereadora e cantora Noemi Nonato, um nome conhecido no meio pentecostal, foi absolvida do caso.

No geral, depois dos “sanguessugas” e “mensaleiros” evangélicos, é só lembra o chavão de Boris Casoy: Isso é uma vergonha!

domingo, 18 de outubro de 2009

Movimento Antropomágico e a distorção no pentecostalismo

O pentecostalismo precisa de uma renovação, ou será engolido pelo Movimento Antropomágico. Portanto, ou muda ou acaba. É um momento de decisão para o pentecostalismo. Segundo o teólogo Maurício Ramaldes, o Movimento Antropomágico é “pura ação humana revestida magicamente de chavões, gestos, rituais, métodos, atividades, programas, projetos etc.”.

O Movimento Antropomágico pode ser resumido como uma superficialidade no pentecostalismo contemporâneo. É isso está matando o próprio movimento. Vejo nas Assembleias de Deus, representante maior do pentecostalismo no Brasil e a igreja que eu faço parte, uma tendência horrível para o apelo antropomágico. Infelizmente, é raro ouvir pregações de conteúdo bíblico, pois sobram chavões e papagaiada sem pé e nem cabeça.

A situação só não é pior porque vários pentecostais são influenciados positivamente pelas Escolas Dominicais e por aqueles que se esforçam nesse mar de ignorância e superficialidade. A situação é realmente crítica. Há pastores que não sabem a diferença entre João, o evangelista e João, o Batista. Há também líderes de igreja que incrivelmente nunca leram a Bíblia, sequer uma única vez.

Em lugar de alimento, as ovelhas recebem mensagens sem conteúdo algum, pois o que sobra é gritaria e o chamado “reteté”. Esses artifícios são usados para esconder a grande deficiência em nossos púlpitos. Os “louvores” são cheios de clichês e pobreza musical. Compositores baseiam suas letras em pregações triunfalistas dos chamados “avivalistas”. E por isso escrevem tanta besteira.

É hora de mudar. Ou ainda pensas que a situação é boa?

sábado, 17 de outubro de 2009

Princípios versus preceitos

Recentemente conversei com um rapaz que participou da preparação de uma festa de judeus ortodoxos, que comemoravam um grande evento de sua religião. Ele ficou espantado com alguns fatos ocorridos na festa. Em primeiro lugar, o anfitrião estava com a mulher grávida e passando mal, mas não levou sua esposa ao hospital, pois precisava receber as visitas. Foi preciso um vizinho levar apressadamente a mulher. Em segundo lugar, havia um dos convidados que fumava escondido no banheiro, mas pediu para os serviçais da festa que não denunciasse ele para os demais que ali estavam.

Infelizmente, esse legalismo de preceitos, mas sem valores e princípios, não é exclusividade de judeus ortodoxos, pois esse mal enche as fileiras evangélicas. Do lado de cá da fronteira, alguns colocam as regras acima do humano, ou então praticam bem escondido aquilo que condenam em público. Repetindo, são pessoas cheias de preceitos, mas sem princípios.

Qual a diferença entre preceito e princípio? O preceito é a regra. O princípio é a alma da regra. O preceito diz “faça isso” ou “não faça aquilo outro”. Agora, o princípio mostra as razões para a existência daquela regra, dentro daquele contexto. O preceito diz para guardar o sábado (sabatistas) ou o domingo (dominguistas), mas o princípio mostra que o importante mesmo é dedicar um tempo ao Senhor, não importando o dia e nem qual hora.

Os escravos dos preceitos são os legalistas, que se autoenganam pensando que estão agradando a Deus, quando na verdade estão cada vez mais distantes do Senhor. Ora, são pessoas que não fazem isso ou aquilo, mas não por convicção, mas sim em busca de uma recompensa que Deus atribuiria.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Que horror! Eu não quero ser progressista Parte 02

Se para ser “progressista” eu preciso defender bandeiras ligadas a grupos políticos desprovidos de uma cosmovisão bíblica, então não posso cair nessa. Ora, como compartilhar visões antagônicas com as verdades cristãs? Quanta incoerência daqueles que condenam as guerras, enquanto defendem o aborto, por exemplo. Tudo isso não é matar? Tudo isso não é viver pela espada? A bomba que queima uma criança é mais cruel que uma agulha que fura a cabeça de um feto? O processo que destrói o embrião não é tão feio como um caça que explode uma humilde e inocente residência habitada por uma pacata família? E a defesa da morte de Terri Schiavo, aquela que o marido queria a eutanásia, enquanto os pais queriam a vida dela para cuidar? Quem ganhou? Sim, o senhor Michael Schiavo, esposo dela, que detinha a tutela legal. Ele preferiu a morte da esposa a entregar a tutela para os pais. Isso é ser “progressista”? Não, isso é ser um monstro!


Se para ser “progressista” eu preciso defender as bandeiras do atraso, como a paternidade do Estado, o populismo dos demagogos, a aversão à imprensa “golpista” e um raiva camuflada à democracia (esse valor burguês, como dizia os trotskistas), então fujo desse totalitarismo disfarçado de revolução.


Se para ser “progressista” eu necessito suplantar a doutrina do pecado original, argumentando, segundo a cartilha de Rousseau, que o homem nasce bom e a sociedade o corrompe, assim acreditando ingenuamente numa pureza do homem... Realmente eu não posso compartilhar dessa ideia. Mesmo acreditando que o homem ainda possui a Imagem de Deus. Agora, não há pureza total na humanidade, apesar da beleza natural que cada um flui. Sim, o homem é um desgraçado pecador ao mesmo tempo em que expressa traços da Imagem de Deus. Ora, como dizia o grande romancista Gilbert Keith Chesterton, o “pecado original” é a única doutrina que podemos enxergar e provar no dia a dia. Como então negá-la?


Quer horror! Eu prefiro ser um “reacionário” a abraçar esse tipo de “progresso”!

Rebanhão - Primeiro Amor

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Que horror! Eu não quero ser “progressista”

Se para ser “progressista” eu preciso defender uma relativização dos valores, então estou fora dessa. Que progresso pode se sustentar na areia movediça das fluídas ideias humanas?


Se para ser “progressista” eu preciso renunciar o essencial do Cristianismo: que é a própria pessoa de Jesus, o caminho, a verdade e a vida. Então eu mergulho em outra praia.


Se para ser “progressista” eu preciso renunciar a liberdade, em nome das ditaduras estatais, que estabelecem uma cartilha marxista para padronização de uma suposta “comunidade” . Nossa! Estou completamente fora disso.


Se para ser “progressista” eu preciso defender o aborto, enquanto salvo as baleias... Ah, não! Isso já é demais. As lindas crianças são melhores do que baleias, pois são a Imago Dei.


Se para ser “progressista” eu preciso aderir ao politicamente correto, que odeia carnes e batatas fritas, e que sempre encontra palavras bonitas para situações feias... Ah, isso já é brincar com meu estômago.


(Continua)

domingo, 11 de outubro de 2009

Evangélicos: massa de manobra eleitoral?!

Lendo os jornais dominicais, me deparo com uma reportagem sobre a arrecadação de dízimos nas igrejas, tema que já tratei na semana passada. Mas no decorrer da reportagem do jornal “O Estado de S. Paulo”, muito me chamou a atenção o seguinte trecho da fala do cientista político Cesar Romero Jacob:

Depois de analisar o mapa eleitoral das últimas cinco eleições presidenciais constatou que Fernando Collor, Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva usaram a mesma estratégia para vencer. Nos grotões do Nordeste, fizeram aliança com as oligarquias. Nas periferias, acordos com pastores e partidos populistas. "O debate político é intenso sobretudo na classe média das grandes cidades. Nos grotões e na periferia o que funciona é a máquina. Seja ela das igrejas pentecostais, dos populistas ou das oligarquias."

A constatação do pesquisador Jacob, autor Atlas da Filiação Religiosa e Indicadores Sociais no Brasil, é certamente grave. O estudo mostra que os políticos se aproximam de pastores para conquistarem votos, da mesma forma que se aproximam dos caciques nordestinos e dos populistas do sudeste.

Eu morro de vergonha ao ler uma observação como essa, pois sei que é verdadeira. Vamos acender as luzes amarelas. Não aceite e não alimente essas práticas politiqueiras em suas igrejas. Vamos protestar, ou não somos mais “protestantes”?

(Leia o post anterior)


sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Uma igreja deve apoiar candidatos políticos?


Não, não e não. Independente se o candidato é bom ou um cristão sincero. Uma igreja pode orientar os fiéis como votar, usando valores morais e éticos, visando a construção de um voto consciente, mas NUNCA deve indicar EM QUEM VOTAR.

No próximo ano teremos essas notícias: “Igreja tal apoia José Serra, Igreja tal apoia Marina Silva, Igreja tal apoia Dilma Rousseff etc.” Ainda veremos até “santinhos” distribuídos no meio do culto, como eu vi na eleição passada.

Eu já tenho o meu candidato à presidência. Mas ficarei muito triste se a minha denominação apoiá-lo no primeiro ou segundo turno. A minha igreja deve orientar o VOTO CONSCIENTE, e não apoiar ninguém, absolutamente NINGUÉM.

É isso!

Mas o que eu estou escrevendo só será apoiado por alguns crentes que já vêm revoltados com a politicagem, mas nenhum efeito causará na liderança. Infelizmente!

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Grupo Logos - Autor da Minha Fé

A politicagem já começou com toda força e coragem

Nessa terça-feira, todos os principais jornais do país noticiaram a visita da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, à Igreja Assembleia de Deus, Ministério do Belém, em São Paulo (SP), para comemorar o aniversário do pastor José Wellington Bezerra da Costa. Lá pelas tantas, chegou também o Anthony Garotinho, ex-governador do Rio de Janeiro. Dilma discursou, elogiou o governo, citou o Evangelho e ainda falou em "valores familiares". A ministra que defende abertamente o aborto e o Sarney, resolveu visitar uma igreja há pouco mais de um ano das eleições, para falar em transcendência e fé. Coincidência ou conveniência? O pior: As nossas igrejas ainda dão e darão espaço para essa imoralidade. Há muito conveniência dessa parte também.

Ha ha ha!

Até quando vamos presenciar politicagem nos púlpitos de nossas igrejas? Até quando o púlpito deixará de servir à Palavra de Deus e dará espaço para a propaganda eleitoral? As igrejas podem orientar em como votar, mas ainda continuarão indicando em quem votar?

Como assembleiano, membro dessa igreja, do Ministério do Belém, vai aí o meu voto... Mas o meu voto é de protesto. É isso.

Um dia a vergonha vem!

domingo, 4 de outubro de 2009

Sou um crente frio?

Sou pentecostal de carteirinha. Amo o pentecostalismo. O nome desse blog não é à toa. Agora, infelizmente é triste ser classificado como “frio”. Sou um crente frio?

- Sou entusiasta da pregação expositiva. Sou frio por isso? Então prefiro ficar gelado.

- Não suporto exibicionismo transvertido de espiritualidade. Sou frio por isso? Então prefiro ficar gelado.

- Não suporto o desprezo pelas Sagradas Escrituras em pregações personalistas. Sou frio por isso? Então prefiro ficar gelado.

- Defendo a ordem dos dons espirituais segundo as orientações de I Co 14. Sou frio por isso: Então prefiro ficar gelado.

- Não aguento mais tanta gritaria no microfone, daqueles que pensam estar em um estádio, e não diante de um culto que requer racionalidade e reverência. Sou frio por isso? Então prefiro ficar gelado.

- Sou um empolgado defensor de sermões previamente bem preparados. Sou frio por isso? Então prefiro ficar gelado.

Esses são alguns demonstrativos do por que muitos pentecostais são tachados de frios injustamente. A verdadeira frieza está na alma distante do Senhor, que mantém uma comunhão falsa e despreza o próximo em sua exuberância arrogante.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Lição 01 - Davi e sua Vocação

Subsídio escrito pela EQUIPE DE EDUCAÇÃO DA CPAD

A figura de Davi aparece, sem ter seu nome mencionado no primeiro livro de Samuel por meio de uma indicação divina ao profeta. Em 1 Samuel 16.1, quando Deus diz a Samuel onde buscar o futuro rei, são mencionados cinco nomes próprios, sendo que o do escolhido não é mencionado: “Então, disse o Senhor a Samuel: Até quando terás dó de Saul, havendo-o eu rejeitado, para que não reine sobre Israel? Enche o teu vaso de azeite e vem; enviar-te-ei Jessé, o belemita: porque dentre os seus filhos me tenho provido de um rei”.

Deus diz onde Samuel deve buscar o futuro rei, mas não diz o seu nome. É provável que o Senhor, conhecendo que Samuel avaliaria a vocação para o reino a partir da aparência dos filhos mais velhos de Jessé, tenha ocultado do profeta o nome daquele que seria ungido. Como se diz, vivendo e aprendendo. Samuel, o velho profeta, aprenderia que Deus não se deixa levar pelas aparências, mas que olha para o coração. Isto significa que não possamos cuidar de nossa aparência física, mantendo o corpo asseado, bem cuidado e saudável, e sim que aos olhos de Deus, o que somos por dentro conta mais do que o que aparentamos por fora.

A forma com que Samuel imaginou de que modo Deus agiria se repete em nossos dias. Este é um fato que acontece ainda hoje em nossos grupos de relacionamentos. Medimos uma pessoa pelo que consideramos aparente: títulos conquistados ou alegados, forma como se veste, carro com que costuma circular, conta bancária e sobrenome. Mas observe que Deus faz uma avaliação diferenciada. Ele via o coração do Jovem pastor, que nos momentos de solidão, junto às ovelhas, estava orando, louvando e mantendo comunhão com Deus.

Com a rebeldia de Saul em obedecer ao Senhor, e com o coração de Samuel inclinado aos rogos pelo monarca, Deus questiona o profeta quanto a sua visão do que estava acontecendo. Samuel sentia pena de um líder que não tinha mais condições de permanecer onde fora colocado por Deus. Nas palavras de Walter Vogels, o Senhor se queixa com Samuel: ‘“Até quando... ‘. Samuel continua chorar Saul, o que estabelece a relação com o relato precedente que menciona os choros de Samuel no último versículo (15.35). Estes choros contrastam com o projeto divino: ‘... então o rejeitei’ (16.1). Samuel não pode permanecer ligado a esse passado, superado a partir deste momento. É preciso que vá adiante”. Saul havia sido rejeitado por sua contínua desobediência, e em meio a essa crise de liderança Deus viu no adolescente Davi o próximo rei de Israel.

Ao final Davi foi nomeado. Era o filho mais jovem de Jessé. O seu nome significa “amado”; era um tipo do amado Filho de Deus. Parecia que Davi era o menos importante dentre os filhos de Jessé. Porém, o Espírito do Senhor veio sobre ele deste dia em diante. A sua unção não foi uma cerimônia vazia; um poder divino veio com este sinal que foi instituído; ele se encontrou imediatamente com grande sabedoria e valor, com toda a capacidade de um príncipe, ainda que o seu desenvolvimento não se devesse a circunstâncias externa. Este fato confirmava que a sua escolha fora feita por Deus. A melhor evidência de ser escolhido para o reino da glória é o fato de ser selado com o Espírito da promessa, e experimentar uma obra de graça no coração.

Bibliografia:

HENRY,Mathew. Comentário Bíblico. Rio de Janeiro: CPAD,2003.

GONÇALVES, José. (ed). Davi, As vitórias e as Derrotas de um Homem de Deus. Rio de Janeiro: CPAD, 2009.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

D. A. Carson no Brasil

Amigos leitores.


Há poucos dias recomendei para quem reside em São Paulo (SP), o evento com o pastor batista reformado Mark Dever, de Washington (EUA), que acontecerá na Igreja Batista das Nações Unidas, no dia 04 de outubro, às 17h30.

Agora também recomendo um outro evento. Na segunda, 05 de outubro, o Dr. Donald Carson falará no Seminário Presbiteriano JMC, às 9 horas da manhã. Será aberto ao público, segundo informações da secretaria do seminário.

Recentemente li a obra A Difícil Doutrina do Amor de Deus (CPAD), de Carson, e podemos ver nele um teólogo de peso. Vale a pena ouvi-lo.


A Igreja Batista das Nações Unidas, onde estará Mark Dever, fica no Centro de Convenções do World Trade Center – WTC Piso C (Acesso pelo Elevador Azul)
Av. das Nações Unidas, 12.551, São Paulo, SP

Referências: Zona Sul da cidade de São Paulo.

A Av. Nações Unidas é paralela à Marginal Pinheiros e à Av. Lus Carlos Berrini.

O Shopping D&D localiza-se dentro do WTC.


O Seminário Presbiteriano JMC, onde estará Donald Carson, fica na Rua Pascal, 1165 - Campo Belo - São Paulo – SP.

Referência: Zona Sul da cidade de São Paulo-Avenida Vereador José Diniz e o Shopping Ibirapuera.


Compareça! Assim poderemos bate um papo. Será um prazer encontrar um leitor do blog. Abraços a todos.