quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Uma pequena dúvida!

Um famoso e influente pastor evangélico tem três filhos na política. O seu filho mais velho é candidato a deputado federal. A sua filha, que atualmente é vereadora, é candidata a suplente de candidato ao Senado. Um outro filho desse pastor já foi deputado estadual e também foi cogitado para suplente de um outro candidato ao Senado. Então pergunto:

Dizem que é importante que a igreja tenha representantes, tese contestável, mas é necessário que todos esses “representantes” sejam de uma mesma família, alías, que sejam da família do presidente de uma denominação? Não poderia ser um membro sem relação com a direção da igreja? Quem lê que entenda!

14 comentários:

Anônimo disse...

Sou crente se meter em carreira politica, principalmente pastores.
O pator tem que cuidar do rebanho.A politica ´e mundana ,é onde há ganancia,concupiscencia,inveja, egoísmos etc... isso é muito perigoso.A igreja ou pastor que se mete em politica torna-se temporal e carnal perde a espiritualidade.Passa para o mundo de Satanás e nao de Deus. A igreja tem que ser espiritual e estar preparada para a volta de Cristo.

Cristiano Silva disse...

Como diria o Robin: "Santo cabide de emprego, Batman!"

www.gloriosojesusblogger disse...

Não acho necessário, que seja da mesma família, pode ser irmão na fé.
Que sejam verdadeiramente homens de Deus.Com certeza não haveria tanta corrupção, se todos fossem homens com temor de Deus, trabalhariam como se fossem missionários, a favor
dos outros, sem olhar para as suas necessidades pessoais.

Matias disse...

o cara chefe de denominação com tres filhos políticos é um politiqueiro dentro da sua denominação... já nasceram com "espírito imundo de politicagem" (parece maldição familiar rs rs rs rs).
Falando sério: ou é pastor ou é político. Quem quer ser pastor-político que renuncie ao cargo de pastor.
Mas em um país onde Tiririca é candidato a deputado federal, outros palhaços tambêm podem competir. Tem um pastor famoso, infeliciano, querendo ser deputado tambêm. E vai ter gente votando nele. Nunca foi tão facil os lobos engolirem as ovelhas tontas...
Abraço,
Matias

Mario Sérgio disse...

Olha meu irmão. Algum tempo atrás li um livro do sociólogo Paul Freston sobre os evangélicos na política. Nessa obra ele argumenta que um pastor presidente ao ter um filho, genro ou apadrinhado eleito a qualquer cargo público, faz com que o status de sua família aumente ainda mais. Seria uma forma de auto-afirmação para muitos desses senhores, que tiveram um início humilde no ministério, e são sequiosos hoje de manter e ainda mais aumentar seu poder eclesiástico. É por essa razão que esses líderes lançam seus parentes como candidatos, e lutam para que suas campanhas sejam vitoriosas. Isso é prejudicial, pois muitos cristãos realmente preparados poderiam concorrer aos cargos em disputa eleitoral.

Pb. Wanderley Santana disse...

Caro irmão Gutierres, ainda pior do que ter os três filhos ocupando cargos públicos, é ser presidente da convenção eclesiástica e ter quase todos os filhos como vice...1º vice, 2º vice, etc. Na realidade acho ate menos ridículo que isso ocorra na política, agora na igreja,,, ´ja é de mais!!!

jurandir alves disse...

Como dizem alguns....isto pode ser uma "maldicao hereditaria"?!
E triste o descaso e abandono do verdadeiro sacerdocio, ou melhor, o uso deste, como trampolim para a politica e pior...perpetuacao do nepotismo (dentro e fora da igreja).
Em tempo, um dos filhos do cacique chefe, aproveitou um evento aqui nos EUA e como era a data de seu niver, teve o displante de pedir (obrigar) as igrejas congregadas debaixo de seu guarda chuva a "doarem" $ 250,00, pode?
abracos

Edmilson Cruz Silva disse...

E não para por aí... até no Congresso Mundial da denominação, uns dos preletores é filho dele... com tantos pregadores no Brasil que têm mais bagagem dentro da denominação...

http://wagf2011.com/speaker_info.php

Edmilson

Alberto Couto Filho disse...

Prezamado Gutierres,
A paz.
Ingressei no rol dos seus seguidores. Parabéns pela provocação contida em sua mensagem.
Por certo que há, em sua postagem, uma alusão a alguém sobre o nepotismo anunciado.
Por desconhecer tais pessoas, o meu comentário estará pleno de isenção.
A irreverência, plenamente aceitável de alguns comentaristas, associada às críticas mais amenas de outros, não apenas esclarece a dúvida, mas cria um ponto pacífico, a partir de uma comparação, por demais, simples:
Bom para o Reino é converter um desses políticos corruptos, e fazê-los tementes ao Senhor;
Ruim para o Reino é eleger líderes evangélicos, à luz da Palavra, infiéis corruptores do Evangelho de Jesus, alguns, prosélitos da nefasta teologia da prosperidade, para o exercício da legislatura. Sabemos o que esperar desses mendazes, aldrabões que estão provocando divisões e escândalos no âmbito evangélico – afastemo-nos deles, disse-nos Paulo. A candidata Marina da Silva é uma feliz exceção pela manutenção da sua espiritualidade; pela sua inconteste competência; por abominar a corrupção; por repudiar doutrinas contrárias ao Evangelho; por não provocar dissensões em meio aos evangélicos.
Já tem muitos políticos corruptos na bancada evangélica, infamando o nome de Deus, entre nós e entre os ímpios. Esses são indesculpáveis (Rm 2:17-24).

Alberto Couto Filho disse...

Fiz uso de um eufemismo - usei o termo ruim, quando deveria ter dito "péssimo" ou “catastrófico”. Veja o caso, por exemplo, daquele senhor, no DF, que orou a Deus, desavergonhadamente, pela propina recebida, depois de, cinicamente, guardá-la em suas meias. Dizem que poderá ser reeleito – Misericórdia!
Ainda ha pouco vimos uma cena patética, em Brasília, transformada em sede, ou palco, da politicagem evangélica (Vide a convocação e a guerra anunciada pelo “Papa” evangélico), que levou os mais longevos àquela antiga e hilariante série filmada pela Columbia Pictures, de nome "Three Stooges" (Os Três Patetas). Bispos, sabidamente corruptos, compuseram um trio com uma polêmica e medíocre candidata à presidência, à busca de votos dos evangélicos. Um deles, por ser um mero fantoche às mãos do seu Bispo-Presidente, é a favor do aborto e não quer se pronunciar sobre a união de pessoas do mesmo sexo. Bem que esta nova versão poderia ser chamada de "Os Três Patéticos" ou "os Tres Papalvos" - daria no mesmo.
Amado Gutierres, humor e humildade devem caminhar juntos, em qualquer circunstância, mas o homem de Deus, verdadeiramente consciente das suas responsabilidades, oriundas do privilégio santo de ser condutor do rebanho do Senhor, não pode se imiscuir em problemas políticos, inda mais se não atreito às pendengas e “maracutaias” (termo criado pelo próprio “chefe” da nação) daquele setor.
Convido o amigo, e os comentarista do seu excelente blog, a visitar a minha casa virtual, situada em http://albertocoutofilho.blogspot.com/. Todos são bem vindos, mesmo contrários às minhas considerações.
ELE é conosco – eternamente,
Seu conservo Nele,
ALBERTO COUTO FILHO

Alberto Couto Filho disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
claudio disse...

Rapaz eles ja ganham salarios mesquinhos como presidentes da igreja e donos de setores
Uma dessas meninas nao teve seu mandato cassada como vereadora em sao paulo ?
Fico imaginando os apostolos como senadores em roma !

claudio disse...

Imaginem se paulo deixasse a pregaçao do evangelho para defender os direitos humanos naquela epoca ou lutasse para aprovaçao de leis contra algum pecado ?
O que mudaria ? se o ser humano nao mudar pela conversao a cristo ?

Aprendiz disse...

Gutierres

Dando o nome aos bois, você está falando de lideranças nacionais da AD. Volto à minha tese, há algo de errado na visão de mundo dos pentecostais e neo-pentecostais, que os faz presa fáceis de lobos mais ou menos vestidos em pele de cordeiro. É triste para mim, que creio na atualidade dos Dons do Espírito, é triste para mim admitir isso, mas é verdade. Sei dos problemas dos tradicionais, e sei como o mal cresce entre eles, por meios diferentes daqueles que usa entre os pentecostais. Mas sendo este um espaço de discussão pentecostal, é sobre estes que quero falar.

Penso que o inicio da queda dos pentecostais foi o desprezo a dois importantíssimos mandamentos bíblicos: Acautelar-se dos falsos profetas e julgar as profecias. Uma vez que esses mandamentos sejam desoobedecidos, o inimigo não tem dificuldades em colocar seus cavalos de Tróia dentro dos muros da Igreja. Então, todo tipo de coisa ruim acontece, até chegar a esse descalabro.