sábado, 12 de fevereiro de 2011

Lição 07 - Assistência Social, um importante negócio

Subsídio escrito pela equipe de educação da CPAD

Texto Bíblico: Atos 5.1-11.

INTRODUÇÃO

I. As dores do crescimento
II. A instituição do diaconato
III. Assistência Social, um importante negócio

CONCLUSÃO

Prezado professor, o título da lição dessa semana é: Assistência Social, um importante negócio. Tendo por base o texto de Atos 6.1-7.

Após esta lição, professor, o seu aluno deverá:

•Compreender os incômodos e dores que acompanham o crescimento da Igreja.
•Explicar a instituição do diácono.
•Conscientizar-se de que a assistência social, também, é prioridade do evangelho.

No tópico III da presente lição, o professor pode desenvolver uma reflexão com o objetivo de fundamentar biblicamente a realização da Assistência Social como prioridade na igreja local. Refutando, portanto, a ideia de que a atividade social é secundária na Igreja. Explique a classe, que de acordo com os mandamentos do Senhor, a Assistência Social deve ser realizada na igreja local, embasada no maior mandamento que o Senhor Jesus nos deixou: Amai o teu próximo com a ti mesmo (Mc 12.31). Portanto, não pode haver uma prática dualista na Igreja de Cristo acerca desse mister. O teólogo e Pastor inglês John Stott, em sua obra “Cristianismo Equilibrado”, editado pela CPAD, explica bem essa questão da legitimidade de a Igreja pensar em sua atividade social a partir de uma perspectiva integral do Evangelho de Cristo:

O nosso próximo é uma pessoa, um ser humano, criado por Deus. E Deus não o criou como uma alma sem corpo (para que pudéssemos amar somente sua alma), nem como um corpo sem alma (para que pudéssemos preocupar-nos exclusivamente com seu bem-estar físico), nem tampouco um corpo-alma em isolamento (para que pudéssemos preocupar-nos com ele somente como um indivíduo, sem nos preocupar com a sociedade em que ele vive). Não! Deus fez o homem um ser espiritual, físico e social. Como ser humano, o nosso próximo pode ser definido como “um corpo-alma em sociedade”. Portanto, a obrigação de amar o nosso próximo nunca pode ser reduzida para somente uma parte dele. Se amamos o nosso próximo como Deus o criou (o que é mandamento para nós), então, inevitavelmente, estaremos preocupados com o seu bem-estar total, o bem-estar do seu corpo, da sua alma e da sua sociedade. [...] É verdade que o Senhor Jesus ressurreto deixou a Grande Comissão para a sua Igreja: pregar, evangelizar e fazer discípulo. E esta comissão é ainda a obrigação da Igreja. Mas a comissão não invalida o mandamento, como se “amarás o teu próximo” tivesse sido substituído por “pregarás o Evangelho”. Nem tampouco reinterpreta amor ao próximo em termos exclusivamente evangelísticos. Ao contrário, enriquece o mandamento amar o nosso próximo, ao adicionar uma dimensão nova e cristã, nomeadamente a responsabilidade de fazer Cristo conhecido para esse nosso próximo (STOTT. John R. W. Cristianismo Equilibrado. CPAD, p. 60,61.).

Prezado professor, aproveite o tema dessa semana para promover uma conscientização dos alunos em relação a nossa responsabilidade social com os menos favorecidos, tanto com os da igreja quanto com os de fora. Essa deve uma característica fundamental da Igreja de Jesus Cristo. Fazendo isso o Senhor acrescentará mais almas que hão de ser salvas. Boa aula e até a próxima!

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