domingo, 18 de dezembro de 2011

O “Festival Promessas” e a apologética exagerada

Por Gutierres Fernandes Siqueira

Foi bom e ruim, bonito e feio, evangelístico e triunfalista, ou seja, a cara do nosso evangelicalismo!
O Festival Promessas é meramente uma estratégia comercial da Rede Globo. Oh, e assim eu descobri a roda, não é mesmo?! Meus amigos, isso é muitíssimo óbvio. Muitas vezes falamos sobre a estratégia marqueteira como se fosse uma novidade “escondida” e revelada na base das “teorias da conspiração”. Ora, uma emissora comercial vai “pregar o Evangelho” pela causa cristã? É claro que não. Isso não existiu e nunca existirá em nenhum lugar do mundo. Manter uma emissora lucrativa é o objetivo de qualquer magnata da mídia. Empresário não é filantropo ou evangelista.

O objetivo comercial da emissora carioca é óbvio. Ok? Mas, e daí? Vamos esperar que a quarta emissora do mundo se “converta” de verdade? Meu Deus, no dia que isso acontecer essa e qualquer outra emissora comercial deixa de existir. Alô apologistas! Ainda vivemos no mundo que é movido por bens de troca e consumo! Gostamos ou não, essa é uma realidade milenar!

Seria esse motivo para que eu despreze completamente o Festival Promessas? Acho exagero. Por que escrevo isso? Pois veio em minha mente a lembrança de Filipenses 1. 14-15, onde Paulo diz: “E a maioria dos irmãos, motivados no Senhor pela minha prisão, estão anunciando a palavra com maior determinação e destemor. É verdade que alguns pregam a Cristo por inveja e rivalidade, mas outros o fazem de boa vontade”. Ou seja, é possível que uma motivação “não pura” (inveja, rivalidade, comercial etc.) ainda sirva para a causa do Evangelho se o conteúdo dessa mensagem for verdadeiro.

Então, a nossa pergunta como “blogueiros apologistas” não é a motivação comercial de uma emissora... comercial, mas sim o conteúdo da mensagem ali pregado. A questão é justamente essa: o que os cantores mais famosos do meio evangélico têm pregado?

O lado preocupante


O Festival Promessas é como a sua igreja e como a minha igreja: alguns pregam o Evangelho e outros distorcem e o contrário também é verdadeiro. Posso dizer que o “Festival Promessas” pregou o Evangelho integralmente? É claro que não! Mas daí a dizer que foi completamente inválido é exagero de apologista. Muitas vezes buscamos uma “pureza pura” que não praticamos nem em nossas igrejas. As nossas igrejas são imperfeitas como foram Corinto, Roma, Galácia etc. Vamos esperar perfeição de um festival?

Poderia ser melhor? Sim, poderia ser muito melhor. Mas não foi tão ruim como alguns pintaram. Ouvir “eu sei que foi pago um alto preço” em rede nacional é importante e até emocionante. Ouvir a Ana Paula Valadão conclamando todos a citar João 3.16 foi um dos pontos altos da festa. Houve os seus momentos “evangelísticos”.

Vocês me conhecem! Sabem que eu não sou simpático ao mundo gospel e nem acho que o “avivamento do Espírito Santo” está invadindo a emissora da platina. Quem pensa isso é um, desculpa a expressão, é um iludido. Sou cético por natureza. Mas a maioria das análises apologéticas que li, em minha opinião, estão buscando uma pureza irreal, ou seja, que não encontramos nem em suas congregações onde os “apologistas” exercem cargos de liderança.

Idealização vazia!

Outros proclamam nas redes sociais que uma festa rica e glamorosa nada tem a ver com o pobre Nazareno. Sim, isso é verdade quase sempre, pois isso no fundo traz a ideia que o Evangelho dos lugares “mais simples” já tem uma pureza natural. Não, a necessidade de buscar a excelência do Evangelho é um desafio das igrejinhas da favela e dos megatemplos luxuosos. Não vamos idealizar a pobreza no momento que pregamos contra a maléfica e herética “teologia da prosperidade” ou o “triunfalismo carismático”. Idealizar a pobreza é algo que Jesus não fez.

O “Festival Promessas” merece críticas? Sim. A maioria dos cantores evangélicos merecem críticas? Sim. Ninguém pode esquecer o propósito comercial da emissora patrocinadora? Sim. Mas não precisamos jogar o bebê com a água suja! Sejamos menos exagerados! A desconfiança é sadia desde que não vire obsessão!

27 comentários:

Edmilson Cruz Silva disse...

Falou tudo!
Parabéns!

Valter Borges disse...

Não sei se o sagrado será secularizada ou se o secular será sacralizado.

Certo estava Ricardo Gondim, quando disse: "Deus nos livre de um país evangélico"... ele previa essa secularização do sagrado!

Mas, só o tempo vai nos dizer... o que faremos então?
Continuemos fiéis!

Bereiano BR disse...

Interessante...
Os momentos citados pelo irmão são os únicos que eu dstaquei no Facebook assim que acabou o Festival.
A Leitura bíblica e uma justa homenagem a Asaph Borba, menestrel da santa música bíblica...
#nãoestamossós

André de Araújo Neves disse...

Parabéns pelo equilíbrio na sua opinião. Concordo plenamente com o seu pensamento.

Agora, prepara-se para ser alvo de muitas críticas entre os demais blogueiros... rs

Infelizmente, há quem diga que está tudo perdido, e que todos os cantores ali envolvidos são "adoradores de Mamon" (entre outras coisas que li), essa atitude para mim se chama "julgamento de caráter", acredito que isso não está em nossa alçada. Quer julgar o livro pela capa? Julgue! Mas quer julgar o coração de outro ser humano? Lamento, mas isso, além de impossível, é PECADO!

Um forte abraço, amigo.

Valter Borges disse...

Pelos frutos conhecereis!
Aguardem cenas do próximo capítulo!
Está ocorrendo uma espécie de "constantinização" do evangelho através da mídia.
Logo, logo vão cobrar a fatura!
Que Deus nos livre de um evangelho comercial!

Isaque Carneiro disse...

De fato a intenção da emissora não deve ser das melhores. Seja pelo apelo comercial, seja por uma "constantinização" como disse o colega acima, o festival promessas não foi idealizado para a pregação do evangelho. Todavia, essa era um oportunidade que os cristãos não podiam mesmo perder. E assim foi feito. Tenho certeza de que muitas vidas foram abençoadas, independentemente da intenção original da emissora.
Uma reflexão, porém, deve ser feita. Quanto ao referido festival, nada tenho a opor. Mas também tenho certeza de que muito crente começou a assistir à novela só pra ouvir a música da Aline Barros na trilha sonora. Acho que isso pode ter um pouco a ver com a "constantinização" de que o colega falou. Pelo sim ou pelo não, teorias da conspiração à parte, cautela e canja de galinha nunca são demais...um abraço..

Eliseu Antonio Gomes disse...

Gutierres.

Da minha parte não existe ilusão e nem a crítica corrosiva. A Rede Globo usa a música do segmento evangélico para lucrar, via gravadora Som Livre. E do mesmo modo a Sony Music.

Eu penso que os grupos musicais, cantores e cantoras, que usaram o palco carioca para gravar o Festival Promessas, também devem saber disso. Eles levam em consideração o ato de evangelizar.

Eu fico na mesma posição do apóstolo Paulo, que afirmou que importa que o Evangelho seja anunciado, os motivos dos anúncios são secundários.

Tão logo fiquei sabendo das contratações do Diante do Trono e do Davi Sacer, há uns meses atrás, pela Som Livre, lembrei-me de Filipenses 1.15-18, assim como você.

E.A.G.
http://belverede.blogspot.com/

tadeu disse...

A paz a todos. fiz esse comentário num blog: Alguém já disse que "o mal misturado com o bem é pior do que o mal declarado". A motivação comercial não é o único e nem o principal problema. Se Paulo não repreendeu a inveja e a porfia dos que assim pregavam (Fp 1.15,16), ele certamente amaldiçoou um evangelho misturado, distorcido (Gl 1.7-9; 2 Co 11.1-4; Fp 3.18,19). O mal está tão camuflado no meio gospel, que as pessoas estão perdendo a capacidade de discernimento, não sabem diferenciar a mão esquerda da direita, o profano do sagrado, a luz das trevas, Cristo de Belial; esse festival gospel na Globo é um verdadeiro "JUGO DESIGUAL" (2 Co 6.14-18).

Mario Sérgio disse...

Caro Gutierres,

Sobre esses eventos, sou cético (aliás, muito cético), mas considero, que algum benefício na evangelização ele trás. Porém, considero o seguinte: o capitalismo acende uma vela pra Deus e outra pro Diabo. Os números da indústria fonográfica comprovam que o mercado evangélico é muito mais lucrativo.

Um grande abraço!

Orlando disse...

Para quem eu tive oportunidade de dizer, eu só pedi para tomar cuidado com o abraço do tamanduá!

Abraços
Orlando

Aprendiz disse...

Gutierres

Penso que você tocou em pontos importantes:

O evangelho pregado em nossas igrejas está longe de ser puro. Fica estranho as pessoas temerem um mal que já aconteceu. Estamos em rápido processo de diluição e perversão do evanlho DENTRO DE NOSSAS IGREJAS. O evangelho apresentado na globo será aguado e distocido? Com certeza. Mas essa mal ja nos atinge todos os dias em nossas igrejas.

Então, a postura do verdadeiro apologeta deve ser lutar para que os ministros do evangelho preguem e ensinem o evangelho verdadeiro. Se a Igreja estiver em comunhão verdadeira com o Espirito e os irmãos uns com os outros, se manterá firme diante do erro que está fora. Mas se o erro está tão impregnado dentro de nossas igrejas, então que adianta ficar com medo do "evangelho água com açucar" da globo?

Continua...

Aprendiz disse...

O irmão Valter lembrou Constantino.

Devo dizer o que penso sobre isso. Porque demorou tanto para o Império "estatizar" o cristianismo?Penso que em tempos anteriores, nenhum imperador teria tido sucesso em fazer isso. Com o decorrer do tempo, a Igreja foi se desviando, de maneira que Constantino encontrou terreno fértil para fazer sua política. Para ter sucesso em sua política, o Império tinha de reinterpretar aquilo que Yeshua e os seus emissários haviam ensinado. A Igreja tinha esquecido suas raízes, tinha dificuldade em entender o contexto original dos escritos apostólicos. A estatização da fé foi rápida e fácil.

Aprendiz disse...

Muitos irmãos consideram a música evangélica como sinônimo de evangelização. Vamos com calma, a música até tem sua importância, inclusive na evangelização, mas ela não é sinônimo de evangelização. A Bíblia é um livro principalmente de narrativas, teologia, cartas, profecia, ensino, pregação. Penso que não é sem motivo que a música (salmos) é uma pequena parte da Bíblia. Até onde lembro, há apenas dois textos no NT que citam a música como parte do culto ao Criador. Penso que os músicos cristãos saem do rumo quando começam a dar a si mesmos uma importância exagerada.

Muitos dizem “o que importa é que a mensagem chegue a todos”. Mas que mensagem? Um refrão é o evangelho? Nosso “pensamento” cristão consiste em palavras de ordem e slogans?
Mas enxerguemos ainda outro ângulo: Ainda que cantar fosse equivalente a pregar, o mundo precisa de mais pregações ou de mais vida? De que adiantam pregações (ainda que fossem boas...) se nossas vidas as desmentem? Talvez o grande investimento em evangelização fosse os pastores passarem a ajudar a nós, as ovelhas, a viver de acordo com o verdadeiro evangelho. Eu gostaria de viver verdadeiramente o evangelho, e isso me seria muito mais importante (e para as pessoas à minha volta) do que se eu tivesse o dom de pregar e persuadir.

Wirley Almeida disse...

A Paz do Senhor irmão Gutierres.
Discordei um pouco e resolvi comentar um pouco também.
1 – Pastores, músicos e blogueiros que são reconhecidos por uma postura séria e equilibrada também criticaram o festival.
2 – O fato de alguns terem feito boas coisas no festival, como citar versículos e, em outras ocasiões, terem cometido bizarrices proféticas, a mim, evidenciam somente uma coisa: zelo sem entendimento, o que é reprovável e não louvável.
3 – As igrejas neotestamentárias imperfeitas citadas no seu texto não foram duramente repreendidas?

De resto achei o texto muito bom. Abraços.

Uilians Santos disse...

Concordo que há muitos interesses nos dois lados dessa história, que o gospel será apenas mais um produto das organizações Globo, e que os cantores estão mais interessados em aumentar suas receitas, mas será que não pode ser visto com um começo? Ou será um fiasco como o Santos contra o Barcelona? Eu ainda não tenho essa resposta, mas acredito que só o tempo dirá.
Mas quero deixar um questionamento: quantos não buscam uma igreja, ou melhor, o Senhor Jesus, por algum interesse pessoal (cura, direção, respostas, libertação, auxilio, luz, amor, salvação), mas em algum momento da vida se dá conta que não pode ficar sem o que reino tem para oferecer. Oremos para que com essa abertura, a visão que a Globo tem de nós, crentes, seja modificada e passemos a ser compreendidos e respeitados.
Mas uma coisa temos que reconhecer: foi lindo ver o nome de Jesus ser exaltado na telinha e ter a certeza que a mensagem foi levada para vários confins de nossa nação, onde só o sinal de TV é capaz de chegar...

Alexandre Pereira disse...

Ah... Agora entendi o ataque da record a Ana Paula Valadão há alguns dias atrás na matéria sobre o cair do Espírito

Pr.Adilson Benevides Sobral disse...

Nunca leram o que aconteceu quando os Filisteus tentaram transportar a Arca de Deus num carro de Bois? Pára né? Apesar do jogo de palavras e argumentos filosóficos regados pelas citações de Paulo, dar as mãos a uma Emissora que, por décadas perseguiu os Evangélicos, foram preconceituosos ao extremo conosco, ridicularizaram nossos Pastores, e zombaram da nossa mensagem (O Evangelho, não importa o quanto esteja distorcido em alguns arraiais) e tudo isso por DINHEIRO, agora não vem pra mim dizer que o Objetivo era adoração e evangelização não! É a secularização da Igreja, so falta agora "estatizá-la" Não fui ao "show" aqui no Rio, e não assisti nada na tv deles, não vejo Globo ha 7 anos!

Marco A Correia disse...

No meu entender, o grande problema não reside no interesse comercial da Globo e sim no interesse comercial dos cantores gospel. E isto fica patente no vazio das letras que nada tem do evangelho (com raras exceções), na superficialidade dos gestos, na pseudo unção carismática. Estes astros gospel, trazem consigo uma pobreza espiritual escancarada em suas atitudes que, sem sombra de dúvida, não opera a missão transformadora do evangelho. A rede Globo (não importa qual seu interesse) abriu um espaço que poderia ser aproveitado em favor do Reino, mas, infelizmente, àqueles que tiveram esta oportunidade, a lançaram na vala comum. Concordo com o irmão Gutierrez; somente alguns pontos altos do “espetáculo” lançaram luz nesta escuridão que parece não ter mais fim.

Laudinei- NEI disse...

Foi citado: "Filipenses 1. 14-15, e dito, é possível que uma motivação “não pura” (inveja, rivalidade, comercial etc.) ainda sirva para a causa do Evangelho se o conteúdo dessa mensagem for verdadeiro.

Não cabe a citação ao "evento" pois Paulo fala de uma mensagem verdadeira pregada por motivos errados e no caso do tal festival nem o motivo, nem a mensagem são verdadeiros.

Se basta usar o nome de Deus, porque os evangélicos não apoiam o PAdre Marcelo que faz a mesma coisa? Quem é mais herético o Malafaia ou ele? Os Valadões ou o Padre FAbio?

O que fica do festival é o mercantilismo da Globo ( ela existe para dar lucros ao seu dono então esta certa) e o mercantilismo dos lideres e cantores evangelicos envolvidos ( a estes sim, a critica)

Laudinei- NEI disse...

UM comentário de quem esteve lá digno de ser avaliado.

http://blog.teophilo.info/2011/12/falsas-promessas.html#axzz1h7Kt7WFs

Exagero? Tirem suas conclusões;

Cleber disse...

Ótimo post mano!

Marcos Vieira disse...

Prezado Gutierres e blogueiros,

Minha opinião: os motivos do festival não interessam, suas consequências, sim. Milhões de pessoas pela primeira vez ouviram uma mensagem evangélica, através da música. O que para nós, "jurássicos" de igreja (e por isso muito críticos com tudo e todos) não é evangelho, não é adoração, etc... faz muito sentido para pessoas sedentas, pela ação do Espírito Santo (ou alguém vai afirmar que Ele não poderia usar essa ocasião para atingir vidas?). a questão prática é essa: quando um amigo não evangélico lhe disser que assistiu o Festival da Globo, gostou muito e até sentiu vontade de ir a Igreja ouvir mais, o que você dirá? Pregará o evangelho ou
falará mal da Globo e dos cantores? Pregar o Evangelho é função da Igreja e não da TV, se eles nos dão a chance de fazê-lo, porque não aproveitar.
"15 Verdade é que alguns pregam a Cristo até por inveja e contenda, mas outros o fazem de boa mente;
16 estes por amor, sabendo que fui posto para defesa do evangelho;
17 mas aqueles por contenda anunciam a Cristo, não sinceramente, julgando suscitar aflição às minhas prisões.
18 Mas que importa? contanto que, de toda maneira, ou por pretexto ou de verdade, Cristo seja anunciado, nisto me regozijo, sim, e me regozijarei." (Filipenses 1)

Anderson Koberstein disse...

Eu li outros comentários sobre esse festival promessas, alguns escreveram que o festival foi um genuíno ato de louvor a Deus, outros classificaram o festival como se fosse o momento exato em que o pecado entrou dentro da igreja. O fato é que se existe alguns que podemos apontar como responsáveis pela decadência do louvor na igreja, penso que não seriam apenas os cantores. Faz muito tempo que não se sabe o que é um verdadeiro culto a Deus em muitas igrejas, isso por causa do despreparo dos pastores. Resumindo, esse episódio do Festival Promessas embora seja comercialmente significante, não é único responsável por toda essa decadência espiritual da igreja. Abraços.

Aprendiz disse...

Anderson

Nesse ponto você tem razão. O cerne dos problemas são os ministros, que deveriam ensinar os enxinos do Messias, mas a maioria deles, ao que parece, nem entende esses ensinos. Se os ministros do evangelho estão desviados, é de se esperar que o desvio atinja todas as dimensões da Igreja. Ficar achando que o Festival Promessas vai desviar a igreja evangélica brasileira é um absurdo. A IGREJA EVANGÉLICA BRASILEIRA JÁ ESTÁ DESVIADA GRAVEMENTE. Conheço várias pessoas que são cristãos mas não freüentam nenhuma congregação, por não encontrarem nenhuma congregação que valha a pena ser freqüentada. Tem gente dizentdo que este é "o momento em que o pecado entrou na igreja"? Há, há, há!!!! Fala sério... Se a igreja brasileira se tornasse igreja de verdade, em um ano não haveria menor abandonado andando pela rua. Não haveria quem deixasse de ouvir e var na prática o evangelho que liberta, não haveria igreja persiguida no mundo todo que não tivesse nosso apoio em declarações, atos e orações. Não haveria texto da Bíblia que não fosse estudado pelos pastores com a verdadeira intenção de compreende-lo (no seu sentido original) e aplica-lo na noassa vida.

alvaro disse...

meu caro, vc tocou na ferida, cuidado para não ser perseguido na rua!!!

Amor e perdão disse...

Meu irmão ao ler seus cometários me comovi, vc tem muita propriedade com palavras. Fico imaginando vc levantando bandeira em favor da obra do nosso Deus, sendo um orador da palavra q anuncia as boas novas, persuadindo por meio do amor de Deus aqules q oferecem resistência em aceitar a Cristo.Tentemos ver assim :a palavra de Deus esta sendo anunciada,seja aonde for o verdadeiro adorador perceberá oq é Deus e oq ñ é ! fica com Deus ...

João Paulo disse...

Não concordo em nada com o que disse, esse Festival em nada acrescentou para o Evangelho ser pregado no país. Só serviu para esses "adoradores'?? venderem suas músicas e para um certo pastor de 900 reais vender seu peixe. Onde soltar um versículo isolado é pregar o Evangelho? cantaram músicas com jargões que só crente entende, clichês e mais clichês, "pregaram" o que o povo quer ouvir e não o que o povo precisa ouvir, Fico indiferente a esse festival, com certeza não fez bem para a Igreja brasileira, só mais um passo para a mundanização da Igreja de Cristo. Aquilo foi só negócio, esse festival? Jogada de marketing, para atrair um povo sedento por milagres, prosperidade e vitória. Jesus? O Evangelho? a Bíblia? Pra q né? Negócios são Negócios.