quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

É pecado ou não é?

Por Gutierres Fernandes Siqueira

Constantemente recebo mensagens de pessoas perguntando se tal e tal ação é pecaminosa ou não. Normalmente deixo esses questionamentos em aberto, mesmo tendo uma opinião a respeito. Ora, por que evito esse tipo de questão?


[01] É necessário forçar a maturidade dos crentes. Muita insegurança sobre as próprias ações não é maturidade. É agir, pensar e caminhar como uma criança espiritual. O comportamento infantil é reprovável (cf. 1 Coríntios 13.11; 14.20). Há limites na tutela de outro cristão, ainda mais se esse já tem tempo suficiente para ser mestre da Palavra (cf. Hebreus 5. 12-14).  

[02] Muitos estão em busca de alguém que chancele seu comportamento pecaminoso. Não é uma dúvida sincera, mas apenas o desespero de ver alguém apoiando a sua própria imoralidade.

[03] Muitas vezes determinar o que é ou não pecado em questões subjetivas desemboca na tentação do poder temporal ao interlocutor da conversa.


Portanto, responder esse tipo de pergunta exige algum discernimento. 

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